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		<description>O Parque Indígena do Xingu, primeira grande terra indígena demarcada no Brasil, completa 60 anos em 2021. Abriga mais de 6 mil pessoas de 16 povos. Este podcast, concebido e apresentado por Guilherme Freitas, conta a história da demarcação e relata as ameaças frequentes a seus habitantes. A série tem depoimentos de lideranças indígenas, antropólogos e pesquisadores.</description>
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	<title>Episódio 1 &#8211; O cerco</title>
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	<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 18:37:57 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os 60 anos do Parque Indígena do Xingu não têm sido comemorados pelos povos indígenas que vivem nele. A pandemia da Covid-19 os obriga ao isolamento e provoca mortes, inclusive de líderes como Aritana e de anciãos que são pilares das comunidades.</p>
<p>Incapaz de combater a pandemia, o governo de Jair Bolsonaro tampouco se esforça para conter outras graves ameaças: o desmatamento e os incêndios. E ainda defende a liberação de terras para mineração, garimpo e construção de hidrelétricas. Os indígenas se organizam para enfrentar essas adversidades e as denunciam. Em janeiro de 2021, os caciques Raoni e Almir Suruí apresentaram uma denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional de Haia.</p>
<p>Neste episódio, os correspondentes do podcast no Xingu, Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro, retratam esse momento por meio dos próprios depoimentos e de entrevistas feitas com lideranças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A narrativa kuikuro que abre a série foi registrada pela antropóloga Bruna Franchetto e contada pelo chefe Atahulu Kuikuro na aldeia Ipatse, em 1982. A narrativa completa está no livro “Povos Indígenas no Brasil 1996-2000”, publicado pelo Instituto Socioambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio:</strong></p>
<p><strong>Ianukula Kaiabi Suiá:</strong> Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Hwitxi Kisedje:</strong> Assessor da Associação Indígena Kisedje.</p>
<p><strong>Kamikia Kisedje:</strong> Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Poiko Kaiabi Suiá:</strong> Técnico de enfermagem do Polo Wawi.</p>
<p><strong>Takumã Kuikuro:</strong> Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Os 60 anos do Parque Indígena do Xingu não têm sido comemorados pelos povos indígenas que vivem nele. A pandemia da Covid-19 os obriga ao isolamento e provoca mortes, inclusive de líderes como Aritana e de anciãos que são pilares das comunidades.
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	<content:encoded><![CDATA[<p>Os 60 anos do Parque Indígena do Xingu não têm sido comemorados pelos povos indígenas que vivem nele. A pandemia da Covid-19 os obriga ao isolamento e provoca mortes, inclusive de líderes como Aritana e de anciãos que são pilares das comunidades.</p>
<p>Incapaz de combater a pandemia, o governo de Jair Bolsonaro tampouco se esforça para conter outras graves ameaças: o desmatamento e os incêndios. E ainda defende a liberação de terras para mineração, garimpo e construção de hidrelétricas. Os indígenas se organizam para enfrentar essas adversidades e as denunciam. Em janeiro de 2021, os caciques Raoni e Almir Suruí apresentaram uma denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional de Haia.</p>
<p>Neste episódio, os correspondentes do podcast no Xingu, Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro, retratam esse momento por meio dos próprios depoimentos e de entrevistas feitas com lideranças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A narrativa kuikuro que abre a série foi registrada pela antropóloga Bruna Franchetto e contada pelo chefe Atahulu Kuikuro na aldeia Ipatse, em 1982. A narrativa completa está no livro “Povos Indígenas no Brasil 1996-2000”, publicado pelo Instituto Socioambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio:</strong></p>
<p><strong>Ianukula Kaiabi Suiá:</strong> Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Hwitxi Kisedje:</strong> Assessor da Associação Indígena Kisedje.</p>
<p><strong>Kamikia Kisedje:</strong> Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Poiko Kaiabi Suiá:</strong> Técnico de enfermagem do Polo Wawi.</p>
<p><strong>Takumã Kuikuro:</strong> Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.</p>
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	<itunes:summary><![CDATA[Os 60 anos do Parque Indígena do Xingu não têm sido comemorados pelos povos indígenas que vivem nele. A pandemia da Covid-19 os obriga ao isolamento e provoca mortes, inclusive de líderes como Aritana e de anciãos que são pilares das comunidades.
Incapaz de combater a pandemia, o governo de Jair Bolsonaro tampouco se esforça para conter outras graves ameaças: o desmatamento e os incêndios. E ainda defende a liberação de terras para mineração, garimpo e construção de hidrelétricas. Os indígenas se organizam para enfrentar essas adversidades e as denunciam. Em janeiro de 2021, os caciques Raoni e Almir Suruí apresentaram uma denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional de Haia.
Neste episódio, os correspondentes do podcast no Xingu, Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro, retratam esse momento por meio dos próprios depoimentos e de entrevistas feitas com lideranças.
&nbsp;
Concepção, roteiro e apresentação: Guilherme Freitas
Edição e pesquisa: Luiza Silvestrini
Coordenação: Luiz Fernando Vianna
Correspondentes no Xingu: Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro
Mixagem e finalização: Claudio Antonio
Gravação: Filipe Di Castro
Identidade visual: Waxamani Mehinako
Distribuição: Mario Tavares
Trilha sonora: Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro
&nbsp;
A narrativa kuikuro que abre a série foi registrada pela antropóloga Bruna Franchetto e contada pelo chefe Atahulu Kuikuro na aldeia Ipatse, em 1982. A narrativa completa está no livro “Povos Indígenas no Brasil 1996-2000”, publicado pelo Instituto Socioambiental.
&nbsp;
Entrevistados do episódio:
Ianukula Kaiabi Suiá: Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.
Hwitxi Kisedje: Assessor da Associação Indígena Kisedje.
Kamikia Kisedje: Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.
Poiko Kaiabi Suiá: Técnico de enfermagem do Polo Wawi.
Takumã Kuikuro: Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.
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		<title>Episódio 1 &#8211; O cerco</title>
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	<title>Episódio 2 &#8211; A ilha</title>
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	<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 18:36:21 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Vários entrevistados apontam o Território Indígena do Xingu como uma espécie de ilha verde cercada de ameaças: fazendas, cidades, desmatamento, destruição de rios e matas.</p>
<p>Este episódio conta a história da região desde antes da chegada dos brancos. E mostra como se deu a luta pela demarcação, que contou com o empenho de, entre outros, Cândido Rondon, Darcy Ribeiro e, especialmente, os irmãos Villas-Boas. Foi também uma vitória das lideranças xinguanas e da diplomacia indígena. O parque é fundamental para a preservação dos modos de vida dos povos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme do SPI que aparece neste episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio-Funai.</p>
<p>A entrevista com Orlando e Cláudio Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.</p>
<p>O registro do quarup em homenagem ao Orlando é de um Globo Repórter exibido em setembro de 2003 e pertence ao Acervo Conteúdo Globo.</p>
<p>A entrevista de Orlando foi feita pela CBN em 2002 e cedida pelo Centro de Documentação e Pesquisa do Sistema Globo de Rádio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ailton Krenak:</strong> Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>André Villas-Bôas:</strong> Indigenista e secretário-executivo do Instituto Socioambiental, coordenou durante 20 anos o Programa Xingu do ISA.</p>
<p><strong>Carlos Fausto:</strong> Antropólogo do Museu Nacional/UFRJ, autor de &#8220;Os índios antes do Brasil&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>Megaron Txucarramãe:</strong> Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Vários entrevistados apontam o Território Indígena do Xingu como uma espécie de ilha verde cercada de ameaças: fazendas, cidades, desmatamento, destruição de rios e matas.
Este episódio conta a história da região desde antes da chegada dos brancos. E mos]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Vários entrevistados apontam o Território Indígena do Xingu como uma espécie de ilha verde cercada de ameaças: fazendas, cidades, desmatamento, destruição de rios e matas.</p>
<p>Este episódio conta a história da região desde antes da chegada dos brancos. E mostra como se deu a luta pela demarcação, que contou com o empenho de, entre outros, Cândido Rondon, Darcy Ribeiro e, especialmente, os irmãos Villas-Boas. Foi também uma vitória das lideranças xinguanas e da diplomacia indígena. O parque é fundamental para a preservação dos modos de vida dos povos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme do SPI que aparece neste episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio-Funai.</p>
<p>A entrevista com Orlando e Cláudio Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.</p>
<p>O registro do quarup em homenagem ao Orlando é de um Globo Repórter exibido em setembro de 2003 e pertence ao Acervo Conteúdo Globo.</p>
<p>A entrevista de Orlando foi feita pela CBN em 2002 e cedida pelo Centro de Documentação e Pesquisa do Sistema Globo de Rádio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ailton Krenak:</strong> Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>André Villas-Bôas:</strong> Indigenista e secretário-executivo do Instituto Socioambiental, coordenou durante 20 anos o Programa Xingu do ISA.</p>
<p><strong>Carlos Fausto:</strong> Antropólogo do Museu Nacional/UFRJ, autor de &#8220;Os índios antes do Brasil&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>Megaron Txucarramãe:</strong> Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.</p>
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Este episódio conta a história da região desde antes da chegada dos brancos. E mostra como se deu a luta pela demarcação, que contou com o empenho de, entre outros, Cândido Rondon, Darcy Ribeiro e, especialmente, os irmãos Villas-Boas. Foi também uma vitória das lideranças xinguanas e da diplomacia indígena. O parque é fundamental para a preservação dos modos de vida dos povos.
&nbsp;
Concepção, roteiro e apresentação: Guilherme Freitas
Edição e pesquisa: Luiza Silvestrini
Coordenação: Luiz Fernando Vianna
Correspondentes no Xingu: Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro
Mixagem e finalização: Claudio Antonio
Gravação: Filipe Di Castro
Identidade visual: Waxamani Mehinako
Distribuição: Mario Tavares
Trilha sonora: Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro
&nbsp;
O filme do SPI que aparece neste episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio-Funai.
A entrevista com Orlando e Cláudio Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.
O registro do quarup em homenagem ao Orlando é de um Globo Repórter exibido em setembro de 2003 e pertence ao Acervo Conteúdo Globo.
A entrevista de Orlando foi feita pela CBN em 2002 e cedida pelo Centro de Documentação e Pesquisa do Sistema Globo de Rádio.
&nbsp;
Entrevistados do episódio
Ailton Krenak: Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221; e outros livros.
André Villas-Bôas: Indigenista e secretário-executivo do Instituto Socioambiental, coordenou durante 20 anos o Programa Xingu do ISA.
Carlos Fausto: Antropólogo do Museu Nacional/UFRJ, autor de &#8220;Os índios antes do Brasil&#8221; e outros livros.
Megaron Txucarramãe: Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.
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		<title>Episódio 2 &#8211; A ilha</title>
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	<title>Episódio 3 &#8211; Olhares</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/episodio-3-olhares/</link>
	<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 18:35:38 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Se no século 19 as fotografias feitas por brancos expressavam um desejo de domesticação dos indígenas, hoje são os próprios indígenas que se representam, contam suas histórias. &#8220;Nossa arma era arco e flecha. Hoje, nossa arma é o audiovisual”, diz Takumã Kuikuro, resumindo o papel das imagens nas lutas dos povos do Xingu. Ele é cineasta, assim como o outro correspondente do podcast, Kamikia Kisedje<strong>.</strong></p>
<p>A história dos encontros entre indígenas e fotógrafos brancos, que é um dos temas deste episódio, tem personagens importantes como José Medeiros e Henri Ballot, enviados ao Xingu nas décadas de 1940 e 1950 pela revista &#8220;O Cruzeiro&#8221;. Os acervos de ambos estão no IMS, assim como o de Maureen Bisilliat, que conheceu o parque em 1973 a convite de Orlando Villas-Boas e desenvolveu uma relação intensa com as culturas xinguanas. Na entrevista, ela fala de seu amigo Aritana, um dos grandes líderes do Xingu e que morreu de Covid em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme do SPI que aparece nesse episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio, da Funai.</p>
<p>A entrevista de Aritana está no filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Fernando de Tacca:</strong> Antropólogo, autor de &#8220;A imagética da Comissão Rondon&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>Kamikia Kisedje:</strong> Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Maureen Bisilliat:</strong> Fotógrafa, autora do livro “Xingu: território tribal&#8221; e do filme “Xingu/Terra”, entre outras obras.</p>
<p><strong>Naine Terena:</strong> Educadora e curadora especializada em artes indígenas.</p>
<p><strong>Takumã Kuikuro:</strong> Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Veronique Ballot: </strong>Diretora do documentário &#8220;O segundo encontro&#8221;, sobre as viagens do fotógrafo Henri Ballot, seu pai, ao Xingu.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Se no século 19 as fotografias feitas por brancos expressavam um desejo de domesticação dos indígenas, hoje são os próprios indígenas que se representam, contam suas histórias. &#8220;Nossa arma era arco e flecha. Hoje, nossa arma é o audiovisual”, diz T]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Se no século 19 as fotografias feitas por brancos expressavam um desejo de domesticação dos indígenas, hoje são os próprios indígenas que se representam, contam suas histórias. &#8220;Nossa arma era arco e flecha. Hoje, nossa arma é o audiovisual”, diz Takumã Kuikuro, resumindo o papel das imagens nas lutas dos povos do Xingu. Ele é cineasta, assim como o outro correspondente do podcast, Kamikia Kisedje<strong>.</strong></p>
<p>A história dos encontros entre indígenas e fotógrafos brancos, que é um dos temas deste episódio, tem personagens importantes como José Medeiros e Henri Ballot, enviados ao Xingu nas décadas de 1940 e 1950 pela revista &#8220;O Cruzeiro&#8221;. Os acervos de ambos estão no IMS, assim como o de Maureen Bisilliat, que conheceu o parque em 1973 a convite de Orlando Villas-Boas e desenvolveu uma relação intensa com as culturas xinguanas. Na entrevista, ela fala de seu amigo Aritana, um dos grandes líderes do Xingu e que morreu de Covid em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O filme do SPI que aparece nesse episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio, da Funai.</p>
<p>A entrevista de Aritana está no filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Fernando de Tacca:</strong> Antropólogo, autor de &#8220;A imagética da Comissão Rondon&#8221; e outros livros.</p>
<p><strong>Kamikia Kisedje:</strong> Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Maureen Bisilliat:</strong> Fotógrafa, autora do livro “Xingu: território tribal&#8221; e do filme “Xingu/Terra”, entre outras obras.</p>
<p><strong>Naine Terena:</strong> Educadora e curadora especializada em artes indígenas.</p>
<p><strong>Takumã Kuikuro:</strong> Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.</p>
<p><strong>Veronique Ballot: </strong>Diretora do documentário &#8220;O segundo encontro&#8221;, sobre as viagens do fotógrafo Henri Ballot, seu pai, ao Xingu.</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Se no século 19 as fotografias feitas por brancos expressavam um desejo de domesticação dos indígenas, hoje são os próprios indígenas que se representam, contam suas histórias. &#8220;Nossa arma era arco e flecha. Hoje, nossa arma é o audiovisual”, diz Takumã Kuikuro, resumindo o papel das imagens nas lutas dos povos do Xingu. Ele é cineasta, assim como o outro correspondente do podcast, Kamikia Kisedje.
A história dos encontros entre indígenas e fotógrafos brancos, que é um dos temas deste episódio, tem personagens importantes como José Medeiros e Henri Ballot, enviados ao Xingu nas décadas de 1940 e 1950 pela revista &#8220;O Cruzeiro&#8221;. Os acervos de ambos estão no IMS, assim como o de Maureen Bisilliat, que conheceu o parque em 1973 a convite de Orlando Villas-Boas e desenvolveu uma relação intensa com as culturas xinguanas. Na entrevista, ela fala de seu amigo Aritana, um dos grandes líderes do Xingu e que morreu de Covid em 2020.
&nbsp;
Concepção, roteiro e apresentação: Guilherme Freitas
Edição e pesquisa: Luiza Silvestrini
Coordenação: Luiz Fernando Vianna
Correspondentes no Xingu: Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro
Mixagem e finalização: Claudio Antonio
Gravação: Filipe Di Castro
Identidade visual: Waxamani Mehinako
Distribuição: Mario Tavares
Trilha sonora: Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro
&nbsp;
O filme do SPI que aparece nesse episódio foi feito em 1946 pelo cinegrafista Nilo Vellozo e cedido pelo Acervo do Museu do Índio, da Funai.
A entrevista de Aritana está no filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.
&nbsp;
Entrevistados do episódio
Fernando de Tacca: Antropólogo, autor de &#8220;A imagética da Comissão Rondon&#8221; e outros livros.
Kamikia Kisedje: Cineasta, diretor de &#8220;Os kisedje contam sua história&#8221; e outros filmes.
Maureen Bisilliat: Fotógrafa, autora do livro “Xingu: território tribal&#8221; e do filme “Xingu/Terra”, entre outras obras.
Naine Terena: Educadora e curadora especializada em artes indígenas.
Takumã Kuikuro: Cineasta e fundador do Coletivo Kuikuro de Cinema, diretor de &#8220;As hiper-mulheres&#8221; e outros filmes.
Veronique Ballot: Diretora do documentário &#8220;O segundo encontro&#8221;, sobre as viagens do fotógrafo Henri Ballot, seu pai, ao Xingu.]]></itunes:summary>
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		<title>Episódio 3 &#8211; Olhares</title>
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<item>
	<title>Episódio 4 &#8211; Um sonho</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/episodio-4-um-sonho/</link>
	<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 18:34:30 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Enquanto os tratores da ditadura estavam à solta nas florestas do país, abrindo estradas como a Transamazônica e a BR-080, o Xingu era exaltado na propaganda oficial como um Éden mantido pelo Estado. Na realidade, o regime incentivava ataques contra os indígenas, invasões de terras e garimpos.</p>
<p>A reação ao projeto da ditadura contou com denúncias vindas de várias pessoas e entidades do Brasil e do mundo. E ecoou nas obras de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Carlos Drummond de Andrade. Mas os protagonistas foram os próprios indígenas, cada vez mais organizados politicamente. O cacique kayapó Raoni se impôs como liderança. Mais tarde surgiram outras, como Ailton Krenak.</p>
<p>Com a inauguração, no governo de Dilma Rousseff, da hidrelétrica de Belo Monte, que ameaça a sobrevivência do Rio Xingu,  e a eleição de Jair Bolsonaro, a região sente os efeitos da volta da mentalidade militar ao poder. Os povos continuam resistindo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas propagandas da ditadura sobre a Amazônia reproduzidas aqui são “Transamazônica: o caminho do homem”, de 1971, e uma reportagem da Agência Nacional, de 1964. As duas foram cedidas pelo Arquivo Nacional.</p>
<p>A entrevista de Orlando Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.</p>
<p>O trecho do documentário “Índios, memória de uma CPI” foi cedido pelo cineasta Hermano Penna.</p>
<p>As reportagens sobre os protestos dos kayapó são do Acervo Conteúdo Globo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ailton Krenak: </strong>Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221;.</p>
<p><strong>Megaron Txucarramãe:</strong> Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.</p>
<p><strong>Olympio Serra:</strong> Antropólogo e ex-diretor do Parque Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Rubens Valente:</strong> Jornalista, autor de &#8220;Os fuzis e as flechas: História de sangue e resistência indígena na ditadura&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Enquanto os tratores da ditadura estavam à solta nas florestas do país, abrindo estradas como a Transamazônica e a BR-080, o Xingu era exaltado na propaganda oficial como um Éden mantido pelo Estado. Na realidade, o regime incentivava ataques contra os i]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os tratores da ditadura estavam à solta nas florestas do país, abrindo estradas como a Transamazônica e a BR-080, o Xingu era exaltado na propaganda oficial como um Éden mantido pelo Estado. Na realidade, o regime incentivava ataques contra os indígenas, invasões de terras e garimpos.</p>
<p>A reação ao projeto da ditadura contou com denúncias vindas de várias pessoas e entidades do Brasil e do mundo. E ecoou nas obras de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Carlos Drummond de Andrade. Mas os protagonistas foram os próprios indígenas, cada vez mais organizados politicamente. O cacique kayapó Raoni se impôs como liderança. Mais tarde surgiram outras, como Ailton Krenak.</p>
<p>Com a inauguração, no governo de Dilma Rousseff, da hidrelétrica de Belo Monte, que ameaça a sobrevivência do Rio Xingu,  e a eleição de Jair Bolsonaro, a região sente os efeitos da volta da mentalidade militar ao poder. Os povos continuam resistindo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As duas propagandas da ditadura sobre a Amazônia reproduzidas aqui são “Transamazônica: o caminho do homem”, de 1971, e uma reportagem da Agência Nacional, de 1964. As duas foram cedidas pelo Arquivo Nacional.</p>
<p>A entrevista de Orlando Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.</p>
<p>O trecho do documentário “Índios, memória de uma CPI” foi cedido pelo cineasta Hermano Penna.</p>
<p>As reportagens sobre os protestos dos kayapó são do Acervo Conteúdo Globo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ailton Krenak: </strong>Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221;.</p>
<p><strong>Megaron Txucarramãe:</strong> Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.</p>
<p><strong>Olympio Serra:</strong> Antropólogo e ex-diretor do Parque Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Rubens Valente:</strong> Jornalista, autor de &#8220;Os fuzis e as flechas: História de sangue e resistência indígena na ditadura&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
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A reação ao projeto da ditadura contou com denúncias vindas de várias pessoas e entidades do Brasil e do mundo. E ecoou nas obras de artistas como Gilberto Gil, Caetano Veloso e Carlos Drummond de Andrade. Mas os protagonistas foram os próprios indígenas, cada vez mais organizados politicamente. O cacique kayapó Raoni se impôs como liderança. Mais tarde surgiram outras, como Ailton Krenak.
Com a inauguração, no governo de Dilma Rousseff, da hidrelétrica de Belo Monte, que ameaça a sobrevivência do Rio Xingu,  e a eleição de Jair Bolsonaro, a região sente os efeitos da volta da mentalidade militar ao poder. Os povos continuam resistindo.
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Concepção, roteiro e apresentação: Guilherme Freitas
Edição e pesquisa: Luiza Silvestrini
Coordenação: Luiz Fernando Vianna
Correspondentes no Xingu: Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro
Mixagem e finalização: Claudio Antonio
Gravação: Filipe Di Castro
Identidade visual: Waxamani Mehinako
Distribuição: Mario Tavares
Trilha sonora: Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro
&nbsp;
As duas propagandas da ditadura sobre a Amazônia reproduzidas aqui são “Transamazônica: o caminho do homem”, de 1971, e uma reportagem da Agência Nacional, de 1964. As duas foram cedidas pelo Arquivo Nacional.
A entrevista de Orlando Villas-Boas foi feita pelo jornalista Amaral Netto em 1968, no Parque Indígena do Xingu, e está no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro.
O trecho do documentário “Índios, memória de uma CPI” foi cedido pelo cineasta Hermano Penna.
As reportagens sobre os protestos dos kayapó são do Acervo Conteúdo Globo.
&nbsp;
Entrevistados do episódio
Ailton Krenak: Ambientalista, ativista e escritor, autor de &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221;.
Megaron Txucarramãe: Líder kayapó e primeiro indígena a se tornar diretor do Parque Indígena do Xingu, em 1984.
Olympio Serra: Antropólogo e ex-diretor do Parque Indígena do Xingu.
Rubens Valente: Jornalista, autor de &#8220;Os fuzis e as flechas: História de sangue e resistência indígena na ditadura&#8221;.
&nbsp;]]></itunes:summary>
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<item>
	<title>Episódio 5 &#8211; A luta</title>
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	<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 18:33:02 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Lideranças indígenas participaram em 2006 da série de TV &#8220;Xingu, a terra ameaçada&#8221;, de Washington Novaes. Previram um futuro com ataques aos povos xinguanos na política, na cultura, no meio ambiente.</p>
<p>As previsões se confirmaram, mas a resistência aos perigos é forte e crescente. Este episódio contém entrevistas com lideranças das novas gerações, como Mayalu Txucarramãe, neta de Raoni. Mostra como a luta de hoje se dá de formas diferentes, inclusive com participações em disputas eleitorais. E a Associação Terra Indígena do Xingu representa todas as nações da região.</p>
<p>O podcast termina com um depoimento contundente de Tapi Yawalapiti, filho de Aritana, grande líder morto em 2020 pela Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os filmes de Washington Novaes citados aqui são “O mundo dos homens livres” e “O direito de viver”, da série “Xingu, a terra mágica”, de 1984. E “O povo Yawalapiti e o futuro do Xingu”, da série “Xingu, a terra ameaçada”, de 2006. Os trechos são reproduzidos aqui com permissão de Pedro Novaes.</p>
<p>A declaração de Aritana sobre a importância de os índios falarem pelo Xingu é do filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ianukula Kaiabi Suiá: </strong>Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Mayalu Txucarramãe:</strong> Geógrafa, ativista e profissional da saúde indígena, neta do cacique Raoni Metuktire.</p>
<p><strong>Tapi Yawalapiti: </strong>Líder yawalapiti e filho do cacique Aritana, que morreu de Covid-19 em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Lideranças indígenas participaram em 2006 da série de TV &#8220;Xingu, a terra ameaçada&#8221;, de Washington Novaes. Previram um futuro com ataques aos povos xinguanos na política, na cultura, no meio ambiente.
As previsões se confirmaram, mas a resistê]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Lideranças indígenas participaram em 2006 da série de TV &#8220;Xingu, a terra ameaçada&#8221;, de Washington Novaes. Previram um futuro com ataques aos povos xinguanos na política, na cultura, no meio ambiente.</p>
<p>As previsões se confirmaram, mas a resistência aos perigos é forte e crescente. Este episódio contém entrevistas com lideranças das novas gerações, como Mayalu Txucarramãe, neta de Raoni. Mostra como a luta de hoje se dá de formas diferentes, inclusive com participações em disputas eleitorais. E a Associação Terra Indígena do Xingu representa todas as nações da região.</p>
<p>O podcast termina com um depoimento contundente de Tapi Yawalapiti, filho de Aritana, grande líder morto em 2020 pela Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Concepção, roteiro e apresentação:</strong> Guilherme Freitas</p>
<p><strong>Edição e pesquisa:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> Luiz Fernando Vianna</p>
<p><strong>Correspondentes no Xingu:</strong> Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro</p>
<p><strong>Mixagem e finalização:</strong> Claudio Antonio</p>
<p><strong>Gravação:</strong> Filipe Di Castro</p>
<p><strong>Identidade visual:</strong> Waxamani Mehinako</p>
<p><strong>Distribuição:</strong> Mario Tavares</p>
<p><strong>Trilha sonora:</strong> Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os filmes de Washington Novaes citados aqui são “O mundo dos homens livres” e “O direito de viver”, da série “Xingu, a terra mágica”, de 1984. E “O povo Yawalapiti e o futuro do Xingu”, da série “Xingu, a terra ameaçada”, de 2006. Os trechos são reproduzidos aqui com permissão de Pedro Novaes.</p>
<p>A declaração de Aritana sobre a importância de os índios falarem pelo Xingu é do filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrevistados do episódio</strong></p>
<p><strong>Ianukula Kaiabi Suiá: </strong>Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.</p>
<p><strong>Mayalu Txucarramãe:</strong> Geógrafa, ativista e profissional da saúde indígena, neta do cacique Raoni Metuktire.</p>
<p><strong>Tapi Yawalapiti: </strong>Líder yawalapiti e filho do cacique Aritana, que morreu de Covid-19 em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
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As previsões se confirmaram, mas a resistência aos perigos é forte e crescente. Este episódio contém entrevistas com lideranças das novas gerações, como Mayalu Txucarramãe, neta de Raoni. Mostra como a luta de hoje se dá de formas diferentes, inclusive com participações em disputas eleitorais. E a Associação Terra Indígena do Xingu representa todas as nações da região.
O podcast termina com um depoimento contundente de Tapi Yawalapiti, filho de Aritana, grande líder morto em 2020 pela Covid.
&nbsp;
Concepção, roteiro e apresentação: Guilherme Freitas
Edição e pesquisa: Luiza Silvestrini
Coordenação: Luiz Fernando Vianna
Correspondentes no Xingu: Kamikia Kisedje e Takumã Kuikuro
Mixagem e finalização: Claudio Antonio
Gravação: Filipe Di Castro
Identidade visual: Waxamani Mehinako
Distribuição: Mario Tavares
Trilha sonora: Músicas do disco &#8220;A dança dos sopros: aerofones Kuikuro do Alto Xingu&#8221;, gravado em 2006 com produção de Carlos Fausto e coordenação musical de Jakalu Kuikuro
&nbsp;
Os filmes de Washington Novaes citados aqui são “O mundo dos homens livres” e “O direito de viver”, da série “Xingu, a terra mágica”, de 1984. E “O povo Yawalapiti e o futuro do Xingu”, da série “Xingu, a terra ameaçada”, de 2006. Os trechos são reproduzidos aqui com permissão de Pedro Novaes.
A declaração de Aritana sobre a importância de os índios falarem pelo Xingu é do filme “Xingu, 2020”, da Maureen Bisilliat, parte da exposição “Agora ou nunca – Devolução: Paisagens audiovisuais de Maureen Bisilliat&#8221;, realizada pelo IMS.
&nbsp;
Entrevistados do episódio
Ianukula Kaiabi Suiá: Presidente da Associação Terra Indígena do Xingu.
Mayalu Txucarramãe: Geógrafa, ativista e profissional da saúde indígena, neta do cacique Raoni Metuktire.
Tapi Yawalapiti: Líder yawalapiti e filho do cacique Aritana, que morreu de Covid-19 em 2020.
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