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		<title>Música e migração</title>
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		<description>A série é uma produção de Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa (Rocinha). Retrata artistas das favelas da Rocinha e da Maré e integra projeto que tem um braço na Índia.</description>
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	<title>Episódio 1 &#8211; Artistas da Rocinha</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 03:20:57 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Amaury Cardoso nasceu há mais de 50 anos na Rocinha numa família que está há mais de 120 na favela. Ivanilda Pires, que assumiu o nome artístico Yda nã-dãn, nasceu em Maceió, viveu em São Paulo e é moradora recente do morro da Zona Sul carioca, onde habitam mais de cem mil pessoas. Ambos têm em comum uma prática cultural ampla, com a música à frente. Ele é do samba e da MPB. Ela, das tradições de matriz africana. Neste episódio, os dois compartilham com o ouvinte lembranças, mudanças, impressões e emoções que a Rocinha provoca. &#8220;Se chegar de ouvido aberto, vai conseguir ouvir o som da verdadeira Rocinha&#8221;, convida Amaury. Ele aponta para o caldeirão que é o lugar que considera uma cidade: &#8220;Rocinha é o Brasil minimizado&#8221;. Yda nã-dãn destaca a acolhida que recebeu na favela multifacetada que chama de &#8220;Rocinhas&#8221;: &#8220;Eu tinha medo e encontrei pessoas afetuosas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
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&nbsp;
Produção: Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha
Entrevistas e edição: Luiza Silvestrini
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	<title>Episódio 2 &#8211; Artistas da Maré</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 03:18:51 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>No conjunto de favelas da Maré, lar de quase 140 mil pessoas, há espaço para o sanfoneiro de forró José Afonso Aguiar, apelido Sabiá, e para a baterista de rock Ruth Rosa. Ele é paraibano de Campina Grande, casado com uma gaúcha, e vive desde 1987 na Maré, onde construiu família e carreira, como conta. Ela nasceu na favela, que considera &#8220;mais do que um endereço&#8221;. &#8220;É a minha identidade&#8221;, afirma a integrante da banda Canto Cego, de letras politizadas. Ruth ressalta que os muitos artistas que atuam na Maré não são &#8220;favelados fazendo arte, mas artistas fazendo arte&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[No conjunto de favelas da Maré, lar de quase 140 mil pessoas, há espaço para o sanfoneiro de forró José Afonso Aguiar, apelido Sabiá, e para a baterista de rock Ruth Rosa. Ele é paraibano de Campina Grande, casado com uma gaúcha, e vive desde 1987 na Mar]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>No conjunto de favelas da Maré, lar de quase 140 mil pessoas, há espaço para o sanfoneiro de forró José Afonso Aguiar, apelido Sabiá, e para a baterista de rock Ruth Rosa. Ele é paraibano de Campina Grande, casado com uma gaúcha, e vive desde 1987 na Maré, onde construiu família e carreira, como conta. Ela nasceu na favela, que considera &#8220;mais do que um endereço&#8221;. &#8220;É a minha identidade&#8221;, afirma a integrante da banda Canto Cego, de letras politizadas. Ruth ressalta que os muitos artistas que atuam na Maré não são &#8220;favelados fazendo arte, mas artistas fazendo arte&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
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&nbsp;
Produção: Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha
Entrevistas e edição: Luiza Silvestrini
Sonorização: Claudio Antonio]]></itunes:summary>
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	<title>Episódio 3 &#8211; Artistas de Rocinha e Maré</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 03:17:34 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os dois são conhecidos por nomes artísticos e já trilharam caminhos inversos. Pocahontas, paulistana que se radicou na Rocinha, foi para a Itália ensinar capoeira e samba. Nizaj chegou de Luanda com 4 anos e é um dos cerca de cinco mil angolanos estabelecidos na Maré. Ela lamenta que cenas de violência alcancem maior repercussão do que histórias de pessoas que ganham a vida com arte. Ele, nome do hip hop, ressalta como o conjunto de favelas em que vive é rico em arte e afirma que visitantes não devem entrar no bairro como se estivessem num zoológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></content:encoded>
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&nbsp;
Produção: Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha
Entrevistas e edição: Luiza Silvestrini
Sonorização: Claudio Antonio]]></itunes:summary>
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	<title>Episódio 4 &#8211; A vida na pandemia</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 03:16:41 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os personagens e as personagens deste podcast dependem da arte por razões financeiras e existenciais. A pandemia foi um golpe em suas vidas. Perderam shows, empregos e pessoas próximas. Reagiram fazendo lives, trabalhos temporários e buscando forças (individuais e coletivas) para enfrentar as dificuldades. O último episódio, que não estava no projeto original, reúne essas histórias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Produção:</strong> Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha</p>
<p><strong>Entrevistas e edição:</strong> Luiza Silvestrini</p>
<p><strong>Sonorização:</strong> Claudio Antonio</p>]]></content:encoded>
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&nbsp;
Produção: Instituto Moreira Salles, Universidade Columbia de Nova York, Observatório de Favelas (Maré) e Museu Sankofa &#8211; Memória e história da favela da Rocinha
Entrevistas e edição: Luiza Silvestrini
Sonorização: Claudio Antonio]]></itunes:summary>
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