<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/plugins/seriously-simple-podcasting/templates/feed-stylesheet.xsl"?><rss version="2.0"
	 xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	 xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	 xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	 xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	 xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	 xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	 xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	 xmlns:googleplay="http://www.google.com/schemas/play-podcasts/1.0"
	 xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0"
	>
		<channel>
		<title>Leituras de quarentena</title>
		<atom:link href="https://api.radiobatuta.com.br/feed/podcast/leituras-de-quarentena/" rel="self" type="application/rss+xml"/>
		<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcasts/leituras-de-quarentena/</link>
		<description>A Rádio Batuta pediu a artistas e intelectuais que sugerissem livros para o confinamento provocado pela pandemia do coronavírus. Não são meras sugestões, mas comentários que iluminam aspectos das obras escolhidas e mostram por que elas são fundamentais.</description>
		<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 23:39:49 +0000</lastBuildDate>
		<language></language>
		<copyright></copyright>
		<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
		<itunes:author>Rádio Batuta</itunes:author>
		<itunes:summary>A Rádio Batuta pediu a artistas e intelectuais que sugerissem livros para o confinamento provocado pela pandemia do coronavírus. Não são meras sugestões, mas comentários que iluminam aspectos das obras escolhidas e mostram por que elas são fundamentais.</itunes:summary>
		<itunes:owner>
			<itunes:name></itunes:name>
			<itunes:email>Equipe IMS - Paulo Roberto Pires</itunes:email>
		</itunes:owner>
		<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
		<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LEITURAS_formato_PODCAST_1400x1400.jpg"></itunes:image>
			<image>
				<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LEITURAS_formato_PODCAST_1400x1400.jpg</url>
				<title>Leituras de quarentena</title>
				<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcasts/leituras-de-quarentena/</link>
			</image>
		<itunes:category text="Society &amp; Culture">
		</itunes:category>
		<googleplay:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></googleplay:author>
			<googleplay:email>Equipe IMS - Paulo Roberto Pires</googleplay:email>			<googleplay:description>A Rádio Batuta pediu a artistas e intelectuais que sugerissem livros para o confinamento provocado pela pandemia do coronavírus. Não são meras sugestões, mas comentários que iluminam aspectos das obras escolhidas e mostram por que elas são fundamentais.</googleplay:description>
			<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
			<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2021/10/LEITURAS_formato_PODCAST_1400x1400.jpg"></googleplay:image>
			<podcast:locked owner="Equipe IMS - Paulo Roberto Pires">yes</podcast:locked>
		<podcast:guid>9e3f8f02-4263-5edc-8923-456a39d02dfc</podcast:guid>
		
		<!-- podcast_generator="SSP by Castos/3.13.0" Seriously Simple Podcasting plugin for WordPress (https://wordpress.org/plugins/seriously-simple-podcasting/) -->
		<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<item>
	<title>Raquel Barreto sobre &#8216;Noturno do Chile&#8217;, de Roberto Bolaño</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/raquel-barreto-sobre-noturno-do-chile-de-roberto-bolano/</link>
	<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 02:40:44 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16338</guid>
	<description><![CDATA[<p>&#8220;Noturno do Chile&#8221; é um painel do que foi o país sob a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), apontando inclusive a conivência de nichos de intelectuais com o regime. A historiadora e pesquisadora Raquel destaca as várias camadas que existem na literatura de Roberto Bolaño (1953-2003), que não se reduz a rótulos como &#8220;engajada&#8221;.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[&#8220;Noturno do Chile&#8221; é um painel do que foi o país sob a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), apontando inclusive a conivência de nichos de intelectuais com o regime. A historiadora e pesquisadora Raquel destaca as várias camadas que exi]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Noturno do Chile&#8221; é um painel do que foi o país sob a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), apontando inclusive a conivência de nichos de intelectuais com o regime. A historiadora e pesquisadora Raquel destaca as várias camadas que existem na literatura de Roberto Bolaño (1953-2003), que não se reduz a rótulos como &#8220;engajada&#8221;.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_raquelbarreto_robertobolano.mp3" length="5585923" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[&#8220;Noturno do Chile&#8221; é um painel do que foi o país sob a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), apontando inclusive a conivência de nichos de intelectuais com o regime. A historiadora e pesquisadora Raquel destaca as várias camadas que existem na literatura de Roberto Bolaño (1953-2003), que não se reduz a rótulos como &#8220;engajada&#8221;.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_robertobolano-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_robertobolano-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Raquel Barreto sobre &#8216;Noturno do Chile&#8217;, de Roberto Bolaño</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>5:49</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[&#8220;Noturno do Chile&#8221; é um painel do que foi o país sob a ditadura de Augusto Pinochet (1973 a 1990), apontando inclusive a conivência de nichos de intelectuais com o regime. A historiadora e pesquisadora Raquel destaca as várias camadas que existem na literatura de Roberto Bolaño (1953-2003), que não se reduz a rótulos como &#8220;engajada&#8221;.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_robertobolano-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Daniel Pellizzari sobre &#8216;Decameron&#8217;, de Boccaccio</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/daniel-pellizzari-sobre-decameron-de-boccaccio/</link>
	<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 16:08:19 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16229</guid>
	<description><![CDATA[<p>Giovanni Boccaccio (1313-1375) escreveu <em>Decameron</em> após um surto de peste bubônica na Itália. Os personagens passam dez dias em isolamento. Além da associação com o momento em que vivemos, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, integrante da coordenadoria de internet do IMS, indica o livro por ver nele uma &#8220;celebração da vida vencendo a morte&#8221;, com humor e sexo.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Giovanni Boccaccio (1313-1375) escreveu Decameron após um surto de peste bubônica na Itália. Os personagens passam dez dias em isolamento. Além da associação com o momento em que vivemos, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, integrante da coordenador]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Giovanni Boccaccio (1313-1375) escreveu <em>Decameron</em> após um surto de peste bubônica na Itália. Os personagens passam dez dias em isolamento. Além da associação com o momento em que vivemos, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, integrante da coordenadoria de internet do IMS, indica o livro por ver nele uma &#8220;celebração da vida vencendo a morte&#8221;, com humor e sexo.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_daniel_boccaccio.mp3" length="5121152" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Giovanni Boccaccio (1313-1375) escreveu Decameron após um surto de peste bubônica na Itália. Os personagens passam dez dias em isolamento. Além da associação com o momento em que vivemos, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, integrante da coordenadoria de internet do IMS, indica o livro por ver nele uma &#8220;celebração da vida vencendo a morte&#8221;, com humor e sexo.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/giovanniboccaccio_660x472-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/giovanniboccaccio_660x472-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Daniel Pellizzari sobre &#8216;Decameron&#8217;, de Boccaccio</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>5:20</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Giovanni Boccaccio (1313-1375) escreveu Decameron após um surto de peste bubônica na Itália. Os personagens passam dez dias em isolamento. Além da associação com o momento em que vivemos, o escritor e tradutor Daniel Pellizzari, integrante da coordenadoria de internet do IMS, indica o livro por ver nele uma &#8220;celebração da vida vencendo a morte&#8221;, com humor e sexo.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/giovanniboccaccio_660x472-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Carla Rodrigues sobre &#8216;O segundo sexo&#8217;, de Simone de Beauvoir</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/carla-rodrigues-sobre-o-segundo-sexo-de-simone-de-beauvoir/</link>
	<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 04:52:59 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16189</guid>
	<description><![CDATA[<p>Uma frase de <em>O segundo sexo</em> ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: &#8220;Não se nasce mulher, torna-se mulher&#8221;. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisadora da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro<em>). </em>A obra de 1949 é &#8220;o principal fundamento da revolução feminista&#8221; e está, hoje, intensamente viva, ganhando novas interpretações.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Uma frase de O segundo sexo ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: &#8220;Não se nasce mulher, torna-se mulher&#8221;. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Uni]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Uma frase de <em>O segundo sexo</em> ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: &#8220;Não se nasce mulher, torna-se mulher&#8221;. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisadora da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro<em>). </em>A obra de 1949 é &#8220;o principal fundamento da revolução feminista&#8221; e está, hoje, intensamente viva, ganhando novas interpretações.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_segundosexo_carlarodrigues.mp3" length="10980940" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Uma frase de O segundo sexo ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: &#8220;Não se nasce mulher, torna-se mulher&#8221;. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisadora da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro). A obra de 1949 é &#8220;o principal fundamento da revolução feminista&#8221; e está, hoje, intensamente viva, ganhando novas interpretações.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carlarodrigues_simonebeauvoir-600x430-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carlarodrigues_simonebeauvoir-600x430-1.jpeg</url>
		<title>Carla Rodrigues sobre &#8216;O segundo sexo&#8217;, de Simone de Beauvoir</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>5:43</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Uma frase de O segundo sexo ganhou vida própria, tornando-se célebre e quase banal: &#8220;Não se nasce mulher, torna-se mulher&#8221;. O livro de Simone de Beauvoir é muito mais do que isso, ressalta Carla Rodrigues, professora de filosofia na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e pesquisadora da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro). A obra de 1949 é &#8220;o principal fundamento da revolução feminista&#8221; e está, hoje, intensamente viva, ganhando novas interpretações.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carlarodrigues_simonebeauvoir-600x430-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Aldir Blanc sobre &#8216;Tabloide americano&#8217;, de James Ellroy</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/aldir-blanc-sobre-tabloide-americano-de-james-ellroy/</link>
	<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 03:01:28 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16131</guid>
	<description><![CDATA[<p>Este é o último registro gravado da voz do compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio, vítima da Covid-19. da voz. Segundo ele, <em>Tabloide americano</em>, o primeiro romance de uma trilogia de James Ellroy, é perfeito para se entender o que são os Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, O autor passeia da Guerra do Vietnã, nos anos 1960, até o passado recente de seu país, apimentando a narrativa com saborosos detalhes, como um caso entre Rin-Tin-Tin e Lassie. Ellroy foi ladrão, drogado, mas, como diz Blanc, &#8220;a literatura policial o salvou&#8221;. Ainda há, segundo o compositor, uma lição para o Brasil.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Este é o último registro gravado da voz do compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio, vítima da Covid-19. da voz. Segundo ele, Tabloide americano, o primeiro romance de uma trilogia de James Ellroy, é perfeito para se entender o que são ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o último registro gravado da voz do compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio, vítima da Covid-19. da voz. Segundo ele, <em>Tabloide americano</em>, o primeiro romance de uma trilogia de James Ellroy, é perfeito para se entender o que são os Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, O autor passeia da Guerra do Vietnã, nos anos 1960, até o passado recente de seu país, apimentando a narrativa com saborosos detalhes, como um caso entre Rin-Tin-Tin e Lassie. Ellroy foi ladrão, drogado, mas, como diz Blanc, &#8220;a literatura policial o salvou&#8221;. Ainda há, segundo o compositor, uma lição para o Brasil.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_aldirblanc.mp3" length="6983578" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Este é o último registro gravado da voz do compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio, vítima da Covid-19. da voz. Segundo ele, Tabloide americano, o primeiro romance de uma trilogia de James Ellroy, é perfeito para se entender o que são os Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, O autor passeia da Guerra do Vietnã, nos anos 1960, até o passado recente de seu país, apimentando a narrativa com saborosos detalhes, como um caso entre Rin-Tin-Tin e Lassie. Ellroy foi ladrão, drogado, mas, como diz Blanc, &#8220;a literatura policial o salvou&#8221;. Ainda há, segundo o compositor, uma lição para o Brasil.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_aldirblanc_jamesellroy-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_aldirblanc_jamesellroy-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Aldir Blanc sobre &#8216;Tabloide americano&#8217;, de James Ellroy</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>3:38</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Este é o último registro gravado da voz do compositor e escritor Aldir Blanc, que morreu em 4 de maio, vítima da Covid-19. da voz. Segundo ele, Tabloide americano, o primeiro romance de uma trilogia de James Ellroy, é perfeito para se entender o que são os Estados Unidos sob a presidência de Donald Trump, O autor passeia da Guerra do Vietnã, nos anos 1960, até o passado recente de seu país, apimentando a narrativa com saborosos detalhes, como um caso entre Rin-Tin-Tin e Lassie. Ellroy foi ladrão, drogado, mas, como diz Blanc, &#8220;a literatura policial o salvou&#8221;. Ainda há, segundo o compositor, uma lição para o Brasil.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_aldirblanc_jamesellroy-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Juliana Borges sobre &#8216;Olhos d&#8217;água&#8217;, de Conceição Evaristo</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/juliana-borges-sobre-olhos-dagua-de-conceicao-evaristo/</link>
	<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 03:01:26 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16130</guid>
	<description><![CDATA[<p>&#8220;Escrever é uma maneira de sangrar&#8221; é uma frase marcante do conto &#8220;A gente combinamos de não morrer&#8221;, um dos 15 de <em>Olhos d&#8217;água</em>, livro que ganhou um Prêmio Jabuti em 2015. A escritora e pesquisadora em antropologia Juliana Borges diz que jamais conseguira falar dessa obra de Conceição Evaristo, tantas são as personagens que lhe atravessam, como mulher negra. Para ela, os olhos das protagonistas dos contos retratam o presente e projetam o futuro.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[&#8220;Escrever é uma maneira de sangrar&#8221; é uma frase marcante do conto &#8220;A gente combinamos de não morrer&#8221;, um dos 15 de Olhos d&#8217;água, livro que ganhou um Prêmio Jabuti em 2015. A escritora e pesquisadora em antropologia Juliana B]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Escrever é uma maneira de sangrar&#8221; é uma frase marcante do conto &#8220;A gente combinamos de não morrer&#8221;, um dos 15 de <em>Olhos d&#8217;água</em>, livro que ganhou um Prêmio Jabuti em 2015. A escritora e pesquisadora em antropologia Juliana Borges diz que jamais conseguira falar dessa obra de Conceição Evaristo, tantas são as personagens que lhe atravessam, como mulher negra. Para ela, os olhos das protagonistas dos contos retratam o presente e projetam o futuro.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_julianaborges.mp3" length="7009492" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[&#8220;Escrever é uma maneira de sangrar&#8221; é uma frase marcante do conto &#8220;A gente combinamos de não morrer&#8221;, um dos 15 de Olhos d&#8217;água, livro que ganhou um Prêmio Jabuti em 2015. A escritora e pesquisadora em antropologia Juliana Borges diz que jamais conseguira falar dessa obra de Conceição Evaristo, tantas são as personagens que lhe atravessam, como mulher negra. Para ela, os olhos das protagonistas dos contos retratam o presente e projetam o futuro.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_conceiçao_evaristo-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_conceiçao_evaristo-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Juliana Borges sobre &#8216;Olhos d&#8217;água&#8217;, de Conceição Evaristo</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>7:18</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[&#8220;Escrever é uma maneira de sangrar&#8221; é uma frase marcante do conto &#8220;A gente combinamos de não morrer&#8221;, um dos 15 de Olhos d&#8217;água, livro que ganhou um Prêmio Jabuti em 2015. A escritora e pesquisadora em antropologia Juliana Borges diz que jamais conseguira falar dessa obra de Conceição Evaristo, tantas são as personagens que lhe atravessam, como mulher negra. Para ela, os olhos das protagonistas dos contos retratam o presente e projetam o futuro.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_conceiçao_evaristo-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Guilherme Freitas sobre &#8216;Caminhando no gelo&#8217;, de Werner Herzog</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/guilherme-freitas-sobre-caminhando-no-gelo-de-werner-herzog/</link>
	<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 03:54:48 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16119</guid>
	<description><![CDATA[<p>Em 1974, aos 32 anos, o cineasta alemão Werner Herzog decidiu ir a pé de Munique até Paris, quase 800 km. O objetivo era fazer com que a amiga Lotte Eisner ficasse esperando-o chegar e, assim, resistisse à doença que a acometia. O diário escrito ao longo da viagem ganhou o título de <em>Caminhando no gelo</em>. É um relato &#8220;assombroso&#8221;, como classifica Guilherme Freitas, editor-assistente da <a href="https://www.revistaserrote.com.br/">revista serrote</a>. A solidão, em alta neste período de quarentena, é um dos temas que provocam assombro.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em 1974, aos 32 anos, o cineasta alemão Werner Herzog decidiu ir a pé de Munique até Paris, quase 800 km. O objetivo era fazer com que a amiga Lotte Eisner ficasse esperando-o chegar e, assim, resistisse à doença que a acometia. O diário escrito ao longo]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1974, aos 32 anos, o cineasta alemão Werner Herzog decidiu ir a pé de Munique até Paris, quase 800 km. O objetivo era fazer com que a amiga Lotte Eisner ficasse esperando-o chegar e, assim, resistisse à doença que a acometia. O diário escrito ao longo da viagem ganhou o título de <em>Caminhando no gelo</em>. É um relato &#8220;assombroso&#8221;, como classifica Guilherme Freitas, editor-assistente da <a href="https://www.revistaserrote.com.br/">revista serrote</a>. A solidão, em alta neste período de quarentena, é um dos temas que provocam assombro.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_caminhandonogelo_guilhermefreitas.mp3" length="6327800" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Em 1974, aos 32 anos, o cineasta alemão Werner Herzog decidiu ir a pé de Munique até Paris, quase 800 km. O objetivo era fazer com que a amiga Lotte Eisner ficasse esperando-o chegar e, assim, resistisse à doença que a acometia. O diário escrito ao longo da viagem ganhou o título de Caminhando no gelo. É um relato &#8220;assombroso&#8221;, como classifica Guilherme Freitas, editor-assistente da revista serrote. A solidão, em alta neste período de quarentena, é um dos temas que provocam assombro.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_guilhermefreitas_wernerherzog-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_guilhermefreitas_wernerherzog-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Guilherme Freitas sobre &#8216;Caminhando no gelo&#8217;, de Werner Herzog</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>6:35</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Em 1974, aos 32 anos, o cineasta alemão Werner Herzog decidiu ir a pé de Munique até Paris, quase 800 km. O objetivo era fazer com que a amiga Lotte Eisner ficasse esperando-o chegar e, assim, resistisse à doença que a acometia. O diário escrito ao longo da viagem ganhou o título de Caminhando no gelo. É um relato &#8220;assombroso&#8221;, como classifica Guilherme Freitas, editor-assistente da revista serrote. A solidão, em alta neste período de quarentena, é um dos temas que provocam assombro.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_guilhermefreitas_wernerherzog-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Carola Saavedra sobre &#8216;A metamorfose&#8217;, de Kafka</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/carola-saavedra-sobre-a-metamorfose-de-kafka/</link>
	<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 03:01:40 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16096</guid>
	<description><![CDATA[<p>A transformação de Gregor Samsa num inseto monstruoso (não exatamente numa barata, como sempre se diz) é uma das cenas mais conhecidas da literatura. A escritora Carola Saavedra destaca que no clássico <em>A metamorfose</em>, do tcheco Franz Kafka (1883-1924), a transformação também é de um caixeiro viajante produtivo e arrimo de família em alguém que não serve mais para o mundo moderno.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[A transformação de Gregor Samsa num inseto monstruoso (não exatamente numa barata, como sempre se diz) é uma das cenas mais conhecidas da literatura. A escritora Carola Saavedra destaca que no clássico A metamorfose, do tcheco Franz Kafka (1883-1924), a ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>A transformação de Gregor Samsa num inseto monstruoso (não exatamente numa barata, como sempre se diz) é uma das cenas mais conhecidas da literatura. A escritora Carola Saavedra destaca que no clássico <em>A metamorfose</em>, do tcheco Franz Kafka (1883-1924), a transformação também é de um caixeiro viajante produtivo e arrimo de família em alguém que não serve mais para o mundo moderno.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_carolasaavedra_kafka.mp3" length="7510207" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[A transformação de Gregor Samsa num inseto monstruoso (não exatamente numa barata, como sempre se diz) é uma das cenas mais conhecidas da literatura. A escritora Carola Saavedra destaca que no clássico A metamorfose, do tcheco Franz Kafka (1883-1924), a transformação também é de um caixeiro viajante produtivo e arrimo de família em alguém que não serve mais para o mundo moderno.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carolasaavedra_kafka-600x430-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carolasaavedra_kafka-600x430-1.jpeg</url>
		<title>Carola Saavedra sobre &#8216;A metamorfose&#8217;, de Kafka</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>7:49</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[A transformação de Gregor Samsa num inseto monstruoso (não exatamente numa barata, como sempre se diz) é uma das cenas mais conhecidas da literatura. A escritora Carola Saavedra destaca que no clássico A metamorfose, do tcheco Franz Kafka (1883-1924), a transformação também é de um caixeiro viajante produtivo e arrimo de família em alguém que não serve mais para o mundo moderno.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_carolasaavedra_kafka-600x430-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Sérgio Augusto sobre &#8216;1984&#8217;, de George Orwell</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/sergio-augusto-sobre-1984-de-george-orwell/</link>
	<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 03:01:49 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16091</guid>
	<description><![CDATA[<p>Em Oceânia, país fictício do romance <em>1984</em>, todos são vigiados por uma entidade que não aparece, o Big Brother, representação do partido único que reprime qualquer forma de liberdade, inclusive o amor. O jornalista Sérgio Augusto ressalta que o livro do britânico George Orwell (1903-1950), lançado em 1949, não fazia alusão apenas à União Soviética, mas a Hitler, Mussolini e à &#8220;essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário&#8221;. A atualidade da obra é clara, como indica sua permanência entre os best-sellers.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em Oceânia, país fictício do romance 1984, todos são vigiados por uma entidade que não aparece, o Big Brother, representação do partido único que reprime qualquer forma de liberdade, inclusive o amor. O jornalista Sérgio Augusto ressalta que o livro do b]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Em Oceânia, país fictício do romance <em>1984</em>, todos são vigiados por uma entidade que não aparece, o Big Brother, representação do partido único que reprime qualquer forma de liberdade, inclusive o amor. O jornalista Sérgio Augusto ressalta que o livro do britânico George Orwell (1903-1950), lançado em 1949, não fazia alusão apenas à União Soviética, mas a Hitler, Mussolini e à &#8220;essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário&#8221;. A atualidade da obra é clara, como indica sua permanência entre os best-sellers.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_sergioaugusto_1984.mp3" length="17275405" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Em Oceânia, país fictício do romance 1984, todos são vigiados por uma entidade que não aparece, o Big Brother, representação do partido único que reprime qualquer forma de liberdade, inclusive o amor. O jornalista Sérgio Augusto ressalta que o livro do britânico George Orwell (1903-1950), lançado em 1949, não fazia alusão apenas à União Soviética, mas a Hitler, Mussolini e à &#8220;essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário&#8221;. A atualidade da obra é clara, como indica sua permanência entre os best-sellers.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_sergioaugusto_georgeorwell-600x430-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_sergioaugusto_georgeorwell-600x430-1.jpeg</url>
		<title>Sérgio Augusto sobre &#8216;1984&#8217;, de George Orwell</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>9:00</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Em Oceânia, país fictício do romance 1984, todos são vigiados por uma entidade que não aparece, o Big Brother, representação do partido único que reprime qualquer forma de liberdade, inclusive o amor. O jornalista Sérgio Augusto ressalta que o livro do britânico George Orwell (1903-1950), lançado em 1949, não fazia alusão apenas à União Soviética, mas a Hitler, Mussolini e à &#8220;essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário&#8221;. A atualidade da obra é clara, como indica sua permanência entre os best-sellers.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_sergioaugusto_georgeorwell-600x430-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar sobre &#8216;Só garotos&#8217;</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/aparecida-vilaca-e-francisco-vilaca-gaspar-sobre-so-garotos/</link>
	<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 03:03:33 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16080</guid>
	<description><![CDATA[<p>Estudiosa das questões indígenas, a antropóloga Aparecida Vilaça escolheu um livro muito distante de sua área de atuação: <em>Só garotos</em>, da poeta e cantora americana Patti Smith. Aparecida e seu filho, o químico Francisco Vilaça Gaspar, comentam os relatos sobre as histórias vividas na Nova York dos anos 1960, especialmente ao lado do fotógrafo Robert Mapplethorpe. Entre os causos estão encontros Allen Ginsberg, Salvador Dalí e Jimi Hendrix.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Estudiosa das questões indígenas, a antropóloga Aparecida Vilaça escolheu um livro muito distante de sua área de atuação: Só garotos, da poeta e cantora americana Patti Smith. Aparecida e seu filho, o químico Francisco Vilaça Gaspar, comentam os relatos ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Estudiosa das questões indígenas, a antropóloga Aparecida Vilaça escolheu um livro muito distante de sua área de atuação: <em>Só garotos</em>, da poeta e cantora americana Patti Smith. Aparecida e seu filho, o químico Francisco Vilaça Gaspar, comentam os relatos sobre as histórias vividas na Nova York dos anos 1960, especialmente ao lado do fotógrafo Robert Mapplethorpe. Entre os causos estão encontros Allen Ginsberg, Salvador Dalí e Jimi Hendrix.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_aparecidaefranciscovilaça.mp3" length="5801590" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Estudiosa das questões indígenas, a antropóloga Aparecida Vilaça escolheu um livro muito distante de sua área de atuação: Só garotos, da poeta e cantora americana Patti Smith. Aparecida e seu filho, o químico Francisco Vilaça Gaspar, comentam os relatos sobre as histórias vividas na Nova York dos anos 1960, especialmente ao lado do fotógrafo Robert Mapplethorpe. Entre os causos estão encontros Allen Ginsberg, Salvador Dalí e Jimi Hendrix.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/aparecidavilaca_pattismith-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/aparecidavilaca_pattismith-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Aparecida Vilaça e Francisco Vilaça Gaspar sobre &#8216;Só garotos&#8217;</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>6:03</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Estudiosa das questões indígenas, a antropóloga Aparecida Vilaça escolheu um livro muito distante de sua área de atuação: Só garotos, da poeta e cantora americana Patti Smith. Aparecida e seu filho, o químico Francisco Vilaça Gaspar, comentam os relatos sobre as histórias vividas na Nova York dos anos 1960, especialmente ao lado do fotógrafo Robert Mapplethorpe. Entre os causos estão encontros Allen Ginsberg, Salvador Dalí e Jimi Hendrix.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/aparecidavilaca_pattismith-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Renato Lessa sobre &#8216;É isto um homem?&#8217;, de Primo Levi</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/renato-lessa-sobre-e-isto-um-homem-de-primo-levi/</link>
	<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 03:01:29 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16039</guid>
	<description><![CDATA[<p>Para o cientista político Renato Lessa, <em>É isto um homem?</em> se tornou uma obra clássica por não ser um relato testemunhal do ano e meio que Primo Levi passou em campos de concentração, a maior parte do tempo em Auschwitz. O autor italiano refletiu sobre a destruição do que há de humano em alguém naquelas condições e apontou para o fato de que cada época tem o seu fascismo. O mundo de hoje não deixa dúvidas.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Para o cientista político Renato Lessa, É isto um homem? se tornou uma obra clássica por não ser um relato testemunhal do ano e meio que Primo Levi passou em campos de concentração, a maior parte do tempo em Auschwitz. O autor italiano refletiu sobre a d]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Para o cientista político Renato Lessa, <em>É isto um homem?</em> se tornou uma obra clássica por não ser um relato testemunhal do ano e meio que Primo Levi passou em campos de concentração, a maior parte do tempo em Auschwitz. O autor italiano refletiu sobre a destruição do que há de humano em alguém naquelas condições e apontou para o fato de que cada época tem o seu fascismo. O mundo de hoje não deixa dúvidas.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_eistohomem_renatolessa-1.mp3" length="10289217" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Para o cientista político Renato Lessa, É isto um homem? se tornou uma obra clássica por não ser um relato testemunhal do ano e meio que Primo Levi passou em campos de concentração, a maior parte do tempo em Auschwitz. O autor italiano refletiu sobre a destruição do que há de humano em alguém naquelas condições e apontou para o fato de que cada época tem o seu fascismo. O mundo de hoje não deixa dúvidas.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_renatolessa_primolevi_1-600x430-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_renatolessa_primolevi_1-600x430-1.jpeg</url>
		<title>Renato Lessa sobre &#8216;É isto um homem?&#8217;, de Primo Levi</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>10:43</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Para o cientista político Renato Lessa, É isto um homem? se tornou uma obra clássica por não ser um relato testemunhal do ano e meio que Primo Levi passou em campos de concentração, a maior parte do tempo em Auschwitz. O autor italiano refletiu sobre a destruição do que há de humano em alguém naquelas condições e apontou para o fato de que cada época tem o seu fascismo. O mundo de hoje não deixa dúvidas.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_renatolessa_primolevi_1-600x430-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Bia Lessa sobre &#8216;O homem sem qualidades&#8217;, de Robert Musil</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/bia-lessa-sobre-o-homem-sem-qualidades-de-robert-musil/</link>
	<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 03:01:26 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16033</guid>
	<description><![CDATA[<p>Para a diretora teatral Bia Lessa, o momento caótico por que passa o mundo reacende a importância de <em>O homem sem qualidades</em>, do austríaco Robert Musil (1880-1942). No livro que ele escreveu por quase 20 anos e não concluiu, o matemático Ulrich busca, erraticamente, um sentido para a sua vida. &#8220;É um enfrentamento entre nós e nós, quase um espelho&#8221;, diz ela, que adaptou a obra para o teatro.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Para a diretora teatral Bia Lessa, o momento caótico por que passa o mundo reacende a importância de O homem sem qualidades, do austríaco Robert Musil (1880-1942). No livro que ele escreveu por quase 20 anos e não concluiu, o matemático Ulrich busca, err]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Para a diretora teatral Bia Lessa, o momento caótico por que passa o mundo reacende a importância de <em>O homem sem qualidades</em>, do austríaco Robert Musil (1880-1942). No livro que ele escreveu por quase 20 anos e não concluiu, o matemático Ulrich busca, erraticamente, um sentido para a sua vida. &#8220;É um enfrentamento entre nós e nós, quase um espelho&#8221;, diz ela, que adaptou a obra para o teatro.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_ohomemsemqualidade.mp3" length="3852646" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Para a diretora teatral Bia Lessa, o momento caótico por que passa o mundo reacende a importância de O homem sem qualidades, do austríaco Robert Musil (1880-1942). No livro que ele escreveu por quase 20 anos e não concluiu, o matemático Ulrich busca, erraticamente, um sentido para a sua vida. &#8220;É um enfrentamento entre nós e nós, quase um espelho&#8221;, diz ela, que adaptou a obra para o teatro.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_bialessa_robertmusil-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_bialessa_robertmusil-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Bia Lessa sobre &#8216;O homem sem qualidades&#8217;, de Robert Musil</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>4:01</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Para a diretora teatral Bia Lessa, o momento caótico por que passa o mundo reacende a importância de O homem sem qualidades, do austríaco Robert Musil (1880-1942). No livro que ele escreveu por quase 20 anos e não concluiu, o matemático Ulrich busca, erraticamente, um sentido para a sua vida. &#8220;É um enfrentamento entre nós e nós, quase um espelho&#8221;, diz ela, que adaptou a obra para o teatro.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_bialessa_robertmusil-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Miguel Del Castillo sobre &#8216;Formas de voltar para casa&#8217;, de Alejandro Zambra</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/miguel-del-castillo-sobre-formas-de-voltar-para-casa-de-alejandro-zambra/</link>
	<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 03:01:27 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=16016</guid>
	<description><![CDATA[<p>Para escrever um livro, o protagonista de <em>Formas de voltar para casa</em>, do chileno Alejandro Zambra, recorda a infância, vivida sob a ditadura de Augusto Pinochet. Além da beleza do romance, o escritor Miguel Del Castillo, curador da biblioteca de fotografia do IMS Paulista, ressalta que o título é sugestivo num momento em que não devemos sair de casa. Ele também lê um trecho.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Para escrever um livro, o protagonista de Formas de voltar para casa, do chileno Alejandro Zambra, recorda a infância, vivida sob a ditadura de Augusto Pinochet. Além da beleza do romance, o escritor Miguel Del Castillo, curador da biblioteca de fotograf]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Para escrever um livro, o protagonista de <em>Formas de voltar para casa</em>, do chileno Alejandro Zambra, recorda a infância, vivida sob a ditadura de Augusto Pinochet. Além da beleza do romance, o escritor Miguel Del Castillo, curador da biblioteca de fotografia do IMS Paulista, ressalta que o título é sugestivo num momento em que não devemos sair de casa. Ele também lê um trecho.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_formasdevoltarpracasa.mp3" length="6181932" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Para escrever um livro, o protagonista de Formas de voltar para casa, do chileno Alejandro Zambra, recorda a infância, vivida sob a ditadura de Augusto Pinochet. Além da beleza do romance, o escritor Miguel Del Castillo, curador da biblioteca de fotografia do IMS Paulista, ressalta que o título é sugestivo num momento em que não devemos sair de casa. Ele também lê um trecho.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_migueldelcastillo_alejandrozambra-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_migueldelcastillo_alejandrozambra-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Miguel Del Castillo sobre &#8216;Formas de voltar para casa&#8217;, de Alejandro Zambra</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>6:26</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Para escrever um livro, o protagonista de Formas de voltar para casa, do chileno Alejandro Zambra, recorda a infância, vivida sob a ditadura de Augusto Pinochet. Além da beleza do romance, o escritor Miguel Del Castillo, curador da biblioteca de fotografia do IMS Paulista, ressalta que o título é sugestivo num momento em que não devemos sair de casa. Ele também lê um trecho.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_migueldelcastillo_alejandrozambra-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Veronica Stigger sobre &#8216;A paixão segundo G.H.&#8217;, de Clarice Lispector</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/veronica-stigger-sobre-a-paixao-segundo-g-h-de-clarice-lispector/</link>
	<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 04:27:16 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15956</guid>
	<description><![CDATA[<p>Em <em>A paixão segundo G.H.</em>, a protagonista passa por uma &#8220;desorganização&#8221;, como diz, após se deparar com um cenário inesperado no quarto da empregada. Sua necessidade de escrever vem daí. Desorganização é algo que aflige a todos hoje. Especialmente por isso, a escritora Veronica Stigger recomenda o romance de Clarice Lispector.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em A paixão segundo G.H., a protagonista passa por uma &#8220;desorganização&#8221;, como diz, após se deparar com um cenário inesperado no quarto da empregada. Sua necessidade de escrever vem daí. Desorganização é algo que aflige a todos hoje. Especialm]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>A paixão segundo G.H.</em>, a protagonista passa por uma &#8220;desorganização&#8221;, como diz, após se deparar com um cenário inesperado no quarto da empregada. Sua necessidade de escrever vem daí. Desorganização é algo que aflige a todos hoje. Especialmente por isso, a escritora Veronica Stigger recomenda o romance de Clarice Lispector.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/quarentena_a-paixao-segundo-gh.mp3" length="2946510" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Em A paixão segundo G.H., a protagonista passa por uma &#8220;desorganização&#8221;, como diz, após se deparar com um cenário inesperado no quarto da empregada. Sua necessidade de escrever vem daí. Desorganização é algo que aflige a todos hoje. Especialmente por isso, a escritora Veronica Stigger recomenda o romance de Clarice Lispector.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_veronicastigger_claricelispector-600x428-2.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_veronicastigger_claricelispector-600x428-2.jpeg</url>
		<title>Veronica Stigger sobre &#8216;A paixão segundo G.H.&#8217;, de Clarice Lispector</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>3:04</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Em A paixão segundo G.H., a protagonista passa por uma &#8220;desorganização&#8221;, como diz, após se deparar com um cenário inesperado no quarto da empregada. Sua necessidade de escrever vem daí. Desorganização é algo que aflige a todos hoje. Especialmente por isso, a escritora Veronica Stigger recomenda o romance de Clarice Lispector.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/pod_veronicastigger_claricelispector-600x428-2.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Luiz Antonio Simas sobre &#8216;A alma encantadora das ruas&#8217;, de João do Rio</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/luiz-antonio-simas-sobre-a-alma-encantadora-das-ruas-de-joao-do-rio/</link>
	<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 03:12:19 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15942</guid>
	<description><![CDATA[<p>O jornalista e cronista Paulo Barreto, codinome João do Rio, publicou <em>A alma encantadora das ruas</em> em 1908. Para Luiz Antonio Simas, historiador e escritor que tem no Rio de Janeiro a sua mais forte matéria-prima, o livro é atual. Para quem está confinado, sem poder sair de casa, &#8220;pensar e ler sobre a rua se torna desafiador&#8221;, diz Simas. &#8220;Que cidade a gente quer?&#8221; No início do século XX, a disputa era entre a cidade que se queria francesa, moldada pela reforma do prefeito Pereira Passos, e a dos africanos e seus descendentes. Esta fascinava e amedrontava João do Rio.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O jornalista e cronista Paulo Barreto, codinome João do Rio, publicou A alma encantadora das ruas em 1908. Para Luiz Antonio Simas, historiador e escritor que tem no Rio de Janeiro a sua mais forte matéria-prima, o livro é atual. Para quem está confinado]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista e cronista Paulo Barreto, codinome João do Rio, publicou <em>A alma encantadora das ruas</em> em 1908. Para Luiz Antonio Simas, historiador e escritor que tem no Rio de Janeiro a sua mais forte matéria-prima, o livro é atual. Para quem está confinado, sem poder sair de casa, &#8220;pensar e ler sobre a rua se torna desafiador&#8221;, diz Simas. &#8220;Que cidade a gente quer?&#8221; No início do século XX, a disputa era entre a cidade que se queria francesa, moldada pela reforma do prefeito Pereira Passos, e a dos africanos e seus descendentes. Esta fascinava e amedrontava João do Rio.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_aalmaencantadoradasruas_-luiz-antonio-simas.mp3" length="5144976" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[O jornalista e cronista Paulo Barreto, codinome João do Rio, publicou A alma encantadora das ruas em 1908. Para Luiz Antonio Simas, historiador e escritor que tem no Rio de Janeiro a sua mais forte matéria-prima, o livro é atual. Para quem está confinado, sem poder sair de casa, &#8220;pensar e ler sobre a rua se torna desafiador&#8221;, diz Simas. &#8220;Que cidade a gente quer?&#8221; No início do século XX, a disputa era entre a cidade que se queria francesa, moldada pela reforma do prefeito Pereira Passos, e a dos africanos e seus descendentes. Esta fascinava e amedrontava João do Rio.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_luizantoniosimas_joaodorio-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_luizantoniosimas_joaodorio-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Luiz Antonio Simas sobre &#8216;A alma encantadora das ruas&#8217;, de João do Rio</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>5:21</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[O jornalista e cronista Paulo Barreto, codinome João do Rio, publicou A alma encantadora das ruas em 1908. Para Luiz Antonio Simas, historiador e escritor que tem no Rio de Janeiro a sua mais forte matéria-prima, o livro é atual. Para quem está confinado, sem poder sair de casa, &#8220;pensar e ler sobre a rua se torna desafiador&#8221;, diz Simas. &#8220;Que cidade a gente quer?&#8221; No início do século XX, a disputa era entre a cidade que se queria francesa, moldada pela reforma do prefeito Pereira Passos, e a dos africanos e seus descendentes. Esta fascinava e amedrontava João do Rio.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_luizantoniosimas_joaodorio-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Elvia Bezerra sobre &#8216;Comentário musical&#8217;, de Manuel Bandeira</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/elvia-bezerra-sobre-comentario-musical-de-manuel-bandeira/</link>
	<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 01:29:48 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15917</guid>
	<description><![CDATA[<p>Foi em março de 1920, cem anos antes deste podcast estrear, que Manuel Bandeira (1886-1968) se mudou para Santa Teresa, o bairro alto que paira sobre boa parte do Rio de Janeiro. Foi viver sua &#8220;solidão de tuberculoso&#8221;, já sem pais e irmã, mortos recentemente. A pesquisadora de literatura brasileira Elvia Bezerra conta que a tristeza dos primeiros momentos foi dando lugar a um humor pungente, como o que se mostra no poema &#8220;Comentário musical&#8221;, que ele publicou no livro <em>Libertinagem</em>.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Foi em março de 1920, cem anos antes deste podcast estrear, que Manuel Bandeira (1886-1968) se mudou para Santa Teresa, o bairro alto que paira sobre boa parte do Rio de Janeiro. Foi viver sua &#8220;solidão de tuberculoso&#8221;, já sem pais e irmã, mor]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em março de 1920, cem anos antes deste podcast estrear, que Manuel Bandeira (1886-1968) se mudou para Santa Teresa, o bairro alto que paira sobre boa parte do Rio de Janeiro. Foi viver sua &#8220;solidão de tuberculoso&#8221;, já sem pais e irmã, mortos recentemente. A pesquisadora de literatura brasileira Elvia Bezerra conta que a tristeza dos primeiros momentos foi dando lugar a um humor pungente, como o que se mostra no poema &#8220;Comentário musical&#8221;, que ele publicou no livro <em>Libertinagem</em>.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_comentariomusical_elvia.mp3" length="4251379" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Foi em março de 1920, cem anos antes deste podcast estrear, que Manuel Bandeira (1886-1968) se mudou para Santa Teresa, o bairro alto que paira sobre boa parte do Rio de Janeiro. Foi viver sua &#8220;solidão de tuberculoso&#8221;, já sem pais e irmã, mortos recentemente. A pesquisadora de literatura brasileira Elvia Bezerra conta que a tristeza dos primeiros momentos foi dando lugar a um humor pungente, como o que se mostra no poema &#8220;Comentário musical&#8221;, que ele publicou no livro Libertinagem.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_elviabezerra_manuelbandeira-600x429-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_elviabezerra_manuelbandeira-600x429-1.jpeg</url>
		<title>Elvia Bezerra sobre &#8216;Comentário musical&#8217;, de Manuel Bandeira</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>4:26</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Foi em março de 1920, cem anos antes deste podcast estrear, que Manuel Bandeira (1886-1968) se mudou para Santa Teresa, o bairro alto que paira sobre boa parte do Rio de Janeiro. Foi viver sua &#8220;solidão de tuberculoso&#8221;, já sem pais e irmã, mortos recentemente. A pesquisadora de literatura brasileira Elvia Bezerra conta que a tristeza dos primeiros momentos foi dando lugar a um humor pungente, como o que se mostra no poema &#8220;Comentário musical&#8221;, que ele publicou no livro Libertinagem.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_elviabezerra_manuelbandeira-600x429-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Paulo Roberto Pires sobre &#8216;O retalho&#8217;, de Philippe Lançon</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/paulo-roberto-pires-sobre-o-retalho-de-philippe-lancon/</link>
	<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 08:38:18 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15873</guid>
	<description><![CDATA[<p>Philippe Lançon é um sobrevivente do massacre do <em>Charlie Hebdo. </em>Em 7 de janeiro de 2015, homens entraram atirando na redação do jornal satírico francês. Foi uma reação à publicação de charges que seriam ofensivas ao profeta Maomé. Doze pessoas foram mortas. O jornalista e escritor sobreviveu com o maxilar destruído e ferimentos graves num braço. A reconstrução de seu corpo é um dos eixos de<em> O retalho</em>, que o também jornalista e escritor Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote (do IMS), classifica como &#8220;longa meditação sobre a fatalidade&#8221;. &#8220;Nada está sob controle nunca&#8221; seria uma conclusão do livro, segundo Pires.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Philippe Lançon é um sobrevivente do massacre do Charlie Hebdo. Em 7 de janeiro de 2015, homens entraram atirando na redação do jornal satírico francês. Foi uma reação à publicação de charges que seriam ofensivas ao profeta Maomé. Doze pessoas foram mort]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Philippe Lançon é um sobrevivente do massacre do <em>Charlie Hebdo. </em>Em 7 de janeiro de 2015, homens entraram atirando na redação do jornal satírico francês. Foi uma reação à publicação de charges que seriam ofensivas ao profeta Maomé. Doze pessoas foram mortas. O jornalista e escritor sobreviveu com o maxilar destruído e ferimentos graves num braço. A reconstrução de seu corpo é um dos eixos de<em> O retalho</em>, que o também jornalista e escritor Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote (do IMS), classifica como &#8220;longa meditação sobre a fatalidade&#8221;. &#8220;Nada está sob controle nunca&#8221; seria uma conclusão do livro, segundo Pires.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_o-retalho.mp3" length="13191108" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Philippe Lançon é um sobrevivente do massacre do Charlie Hebdo. Em 7 de janeiro de 2015, homens entraram atirando na redação do jornal satírico francês. Foi uma reação à publicação de charges que seriam ofensivas ao profeta Maomé. Doze pessoas foram mortas. O jornalista e escritor sobreviveu com o maxilar destruído e ferimentos graves num braço. A reconstrução de seu corpo é um dos eixos de O retalho, que o também jornalista e escritor Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote (do IMS), classifica como &#8220;longa meditação sobre a fatalidade&#8221;. &#8220;Nada está sob controle nunca&#8221; seria uma conclusão do livro, segundo Pires.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_paulorobertopires_philippelancon-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_paulorobertopires_philippelancon-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Paulo Roberto Pires sobre &#8216;O retalho&#8217;, de Philippe Lançon</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>6:52</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Philippe Lançon é um sobrevivente do massacre do Charlie Hebdo. Em 7 de janeiro de 2015, homens entraram atirando na redação do jornal satírico francês. Foi uma reação à publicação de charges que seriam ofensivas ao profeta Maomé. Doze pessoas foram mortas. O jornalista e escritor sobreviveu com o maxilar destruído e ferimentos graves num braço. A reconstrução de seu corpo é um dos eixos de O retalho, que o também jornalista e escritor Paulo Roberto Pires, editor da revista serrote (do IMS), classifica como &#8220;longa meditação sobre a fatalidade&#8221;. &#8220;Nada está sob controle nunca&#8221; seria uma conclusão do livro, segundo Pires.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_paulorobertopires_philippelancon-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Flávio Pinheiro sobre &#8216;Vida e destino&#8217;, de Vasily Grossman</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/flavio-pinheiro-sobre-vida-e-destino-de-vasily-grossman/</link>
	<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 08:37:27 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15874</guid>
	<description><![CDATA[<p>O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica <em>Vida e destino</em> como um &#8220;colosso literário&#8221;. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz, combinando jornalismo e ficção potentes. É uma obra anti-stalinista e antifascista e, sobretudo, humanista, diz Pinheiro, que lê trechos marcantes.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica Vida e destino como um &#8220;colosso literário&#8221;. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz,]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica <em>Vida e destino</em> como um &#8220;colosso literário&#8221;. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz, combinando jornalismo e ficção potentes. É uma obra anti-stalinista e antifascista e, sobretudo, humanista, diz Pinheiro, que lê trechos marcantes.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_vida-e-destino.mp3" length="5853834" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica Vida e destino como um &#8220;colosso literário&#8221;. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz, combinando jornalismo e ficção potentes. É uma obra anti-stalinista e antifascista e, sobretudo, humanista, diz Pinheiro, que lê trechos marcantes.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_flaviopinheiro_vasilygrossman-600x428-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_flaviopinheiro_vasilygrossman-600x428-1.jpeg</url>
		<title>Flávio Pinheiro sobre &#8216;Vida e destino&#8217;, de Vasily Grossman</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>6:06</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[O jornalista Flávio Pinheiro, superintendente executivo do IMS, classifica Vida e destino como um &#8220;colosso literário&#8221;. Não só por suas mais de 900 páginas, mas pelo painel da Segunda Guerra Mundial que o russo Vasily Grossman (1905-1964) faz, combinando jornalismo e ficção potentes. É uma obra anti-stalinista e antifascista e, sobretudo, humanista, diz Pinheiro, que lê trechos marcantes.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_flaviopinheiro_vasilygrossman-600x428-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Stephanie Borges sobre &#8216;Um defeito de cor&#8217;, de Ana Maria Gonçalves</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/stephanie-borges-sobre-um-defeito-de-cor-de-ana-maria-goncalves/</link>
	<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 08:36:24 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15872</guid>
	<description><![CDATA[<p>Desde que foi lançado, em 2006, <em>Um defeito de cor</em> vem sendo mais e mais reconhecido como um romance fundamental. Em seu comentário, a poeta e tradutora Stephanie Borges ressalta a importância do livro de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher negra que circula por várias partes do Brasil escravista. Segundo Stephanie, a autora soube unir entretenimento e uma pesquisa muito rigorosa.</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Desde que foi lançado, em 2006, Um defeito de cor vem sendo mais e mais reconhecido como um romance fundamental. Em seu comentário, a poeta e tradutora Stephanie Borges ressalta a importância do livro de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher negra ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi lançado, em 2006, <em>Um defeito de cor</em> vem sendo mais e mais reconhecido como um romance fundamental. Em seu comentário, a poeta e tradutora Stephanie Borges ressalta a importância do livro de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher negra que circula por várias partes do Brasil escravista. Segundo Stephanie, a autora soube unir entretenimento e uma pesquisa muito rigorosa.</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_umdefeitodecor_stephanie.mp3" length="10731836" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Desde que foi lançado, em 2006, Um defeito de cor vem sendo mais e mais reconhecido como um romance fundamental. Em seu comentário, a poeta e tradutora Stephanie Borges ressalta a importância do livro de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher negra que circula por várias partes do Brasil escravista. Segundo Stephanie, a autora soube unir entretenimento e uma pesquisa muito rigorosa.]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_stephanieborges_anamariagoncalves-600x430-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_stephanieborges_anamariagoncalves-600x430-1.jpeg</url>
		<title>Stephanie Borges sobre &#8216;Um defeito de cor&#8217;, de Ana Maria Gonçalves</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>5:35</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Desde que foi lançado, em 2006, Um defeito de cor vem sendo mais e mais reconhecido como um romance fundamental. Em seu comentário, a poeta e tradutora Stephanie Borges ressalta a importância do livro de Ana Maria Gonçalves, narrado por uma mulher negra que circula por várias partes do Brasil escravista. Segundo Stephanie, a autora soube unir entretenimento e uma pesquisa muito rigorosa.]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_stephanieborges_anamariagoncalves-600x430-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>

<item>
	<title>Rubens Figueiredo sobre &#8216;Guerra e paz&#8217;, de Tolstói</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/rubens-figueiredo-sobre-guerra-e-paz-de-tolstoi/</link>
	<pubDate>Thu, 26 Mar 2020 08:35:40 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">https://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=15871</guid>
	<description><![CDATA[<p>Rubens Figueiredo, que traduziu <em>Guerra e paz</em> para o português, explica neste episódio como Liev Tolstói estruturou sua obra mais importante. As características de uma epopeia da Antiguidade estão na narrativa da guerra, enquanto as do romance burguês estão na da paz. Na primeira, o homem não domina a sua vida, ficando à mercê dos processos históricos. Na segunda, ele tem seus pensamentos livres, mas enfrenta os obstáculos de um mundo contraditório.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Rubens Figueiredo, que traduziu Guerra e paz para o português, explica neste episódio como Liev Tolstói estruturou sua obra mais importante. As características de uma epopeia da Antiguidade estão na narrativa da guerra, enquanto as do romance burguês est]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Rubens Figueiredo, que traduziu <em>Guerra e paz</em> para o português, explica neste episódio como Liev Tolstói estruturou sua obra mais importante. As características de uma epopeia da Antiguidade estão na narrativa da guerra, enquanto as do romance burguês estão na da paz. Na primeira, o homem não domina a sua vida, ficando à mercê dos processos históricos. Na segunda, ele tem seus pensamentos livres, mas enfrenta os obstáculos de um mundo contraditório.</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content:encoded>
	<enclosure url="https://radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/quarentena_guerra-e-paz.mp3" length="16368434" type="audio/mpeg"></enclosure>
	<itunes:summary><![CDATA[Rubens Figueiredo, que traduziu Guerra e paz para o português, explica neste episódio como Liev Tolstói estruturou sua obra mais importante. As características de uma epopeia da Antiguidade estão na narrativa da guerra, enquanto as do romance burguês estão na da paz. Na primeira, o homem não domina a sua vida, ficando à mercê dos processos históricos. Na segunda, ele tem seus pensamentos livres, mas enfrenta os obstáculos de um mundo contraditório.
&nbsp;]]></itunes:summary>
	<itunes:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_rubensfigueiredo_tolstoi-600x432-1.jpeg"></itunes:image>
	<image>
		<url>https://api.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_rubensfigueiredo_tolstoi-600x432-1.jpeg</url>
		<title>Rubens Figueiredo sobre &#8216;Guerra e paz&#8217;, de Tolstói</title>
	</image>
	<itunes:explicit>false</itunes:explicit>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:duration>8:31</itunes:duration>
	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Rubens Figueiredo, que traduziu Guerra e paz para o português, explica neste episódio como Liev Tolstói estruturou sua obra mais importante. As características de uma epopeia da Antiguidade estão na narrativa da guerra, enquanto as do romance burguês estão na da paz. Na primeira, o homem não domina a sua vida, ficando à mercê dos processos históricos. Na segunda, ele tem seus pensamentos livres, mas enfrenta os obstáculos de um mundo contraditório.
&nbsp;]]></googleplay:description>
	<googleplay:image href="https://cdn.radiobatuta.com.br/wp-content/uploads/2020/03/pod_rubensfigueiredo_tolstoi-600x432-1.jpeg"></googleplay:image>
	<googleplay:explicit>No</googleplay:explicit>
	<googleplay:block>no</googleplay:block>
</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Object Caching 53/307 objects using Redis
Content Delivery Network via Amazon Web Services: CloudFront: cdn.radiobatuta.com.br
Database Caching 8/83 queries in 0.031 seconds using Redis

Served from: api.radiobatuta.com.br @ 2026-05-23 02:06:44 by W3 Total Cache
-->