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		<title>Equipe IMS - José Carlos Avellar</title>
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		<description>José Carlos Avellar (1936-2016) foi crítico de cinema, autor, entre outros, de um livro sobre cinema e literatura no Brasil, &quot;O chão da palavra&quot;, e de outro sobre teorias de cinema na América Latina, &quot;A ponte clandestina&quot;. Foi responsável pela programação de cinema do Instituto Moreira Salles.</description>
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	<title>Festival do Rio, no IMS</title>
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	<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 04:00:21 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>O coordenador de cinema do IMS, José Carlos Avellar, apresenta a programação que entra em cartaz no instituto como parte do Festival do Rio, cuja programação vai de 24 de setembro a 8 de outubro. Ele destaca os filmes de Roberto Rossellini, como <em>Roma cidade aberta</em> (foto) e <em>Stromboli</em>, e clássicos do cinema mexicano realizados nos anos 1930 e 1940, como<em> Vamos com Pancho Villa</em>, de Fernando de Fuentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Apresentação: </strong>José Carlos Avellar</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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Apresentação: José Carlos Avellar
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Apresentação: José Carlos Avellar
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	<title>As praias de Agnès</title>
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	<pubDate>Fri, 15 Nov 2013 03:00:32 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>A francesa Agnès Varda estava se aproximando dos 80 anos quando decidiu fazer um filme sobre si mesma. Na verdade, conta José Carlos Avellar neste programa, seu interesse ao realizar <em>As praias de Agnès</em> (novo DVD da Coleção IMS) continuou sendo os outros, em quem via paisagens, como praias. O filme é como uma sinfonia inacabada, tal qual a peça de Schubert que marcou sua infância. O longa-metragem é um documentário que mostra como o gênero, depois de apontar as câmeras para fora, agora, com as facilidades do digital, aponta para o entorno do próprio realizador. A mostra &#8220;Retratos de família&#8221;, que o IMS apresenta em novembro, reúne outros títulos com essa característica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
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	<title>Uma viagem em torno de si mesmo</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Oct 2013 04:00:30 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>O Festival do Rio, que está se encerrando, foi marcado por documentários interessantes, que podem vistos ou revistos na repescagem da mostra, em cartaz no IMS e em outros cinemas. José Carlos Avellar destaca <em>Um viajante</em>, em que o diretor Marcel Ophuls filma a si mesmo. Fala de sua família, de seus amigos, de cinema. É um projeto que remete a <em>As praias de Agnès Varda</em>, no qual a cineasta também tem a si própria como personagem. O documentário é o próximo da coleção de DVDs do IMS.  Em novembro, o instituto realiza uma programação com esses filmes em que o diretor usa sua própria vida como tema em vez de ser um investigador sobre o que está fora dele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
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Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O emprego</title>
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	<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 04:00:09 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p><em>O emprego</em>, filme italiano realizado em 1961 e jamais exibido comercialmente no Brasil, é o oitavo título da Coleção DVD IMS. O diretor, Ermanno Olmi, conhecido no Brasil principalmente por <em>A árvore dos tamancos</em>, é de uma geração posterior ao neorrealismo italiano e em seus filmes trabalha com atores não-profissionais e em cenários naturais. Um pouco de suas ideias sobre cinema é apresentado neste programa pelo coordenador de cinema do IMS, José Carlos Avellar.</p>]]></description>
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	<title>50 anos de vidas</title>
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	<pubDate>Fri, 02 Aug 2013 15:01:18 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p><em>Vidas secas</em>, o filme de Nelson Pereira dos Santos, estreou em 22 de agosto de 1963. Resumindo o que grande parte dos espectadores daquela época sentiu ao ver o filme, Otto Lara Resende, citado neste programa por José Carlos Avellar, escreveu: &#8220;Saio de <em>Vidas secas</em> com a convicção de que esse filme, sozinho, funda e justifica uma nação. O Brasil está, enfim, descoberto&#8221;. Exatamente 50 anos depois, o IMS reapresenta o longa-metragem em 22 de agosto. Aqui, podemos ouvir, além dos comentários de Avellar, as falas de Fabiano e Sinhá Vitória no final do filme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p><em>Vidas secas</em>, o filme de Nelson Pereira dos Santos, estreou em 22 de agosto de 1963. Resumindo o que grande parte dos espectadores daquela época sentiu ao ver o filme, Otto Lara Resende, citado neste programa por José Carlos Avellar, escreveu: &#8220;Saio de <em>Vidas secas</em> com a convicção de que esse filme, sozinho, funda e justifica uma nação. O Brasil está, enfim, descoberto&#8221;. Exatamente 50 anos depois, o IMS reapresenta o longa-metragem em 22 de agosto. Aqui, podemos ouvir, além dos comentários de Avellar, as falas de Fabiano e Sinhá Vitória no final do filme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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&nbsp;
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Vidas secas</title>
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	<pubDate>Fri, 05 Jul 2013 04:00:40 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>O ranger das rodas de um carro de boi embalou a tristeza de <em>Vidas secas</em>, o filme de Nelson Pereira dos Santos baseado no romance de Graciliano Ramos. José Carlos Avellar mostra o som marcante, lê um trecho do roteiro (no qual o som não estava previsto) e lembra que Humberto Mauro usara o mesmo recurso anos antes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição</strong>: Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O ranger das rodas de um carro de boi embalou a tristeza de Vidas secas, o filme de Nelson Pereira dos Santos baseado no romance de Graciliano Ramos. José Carlos Avellar mostra o som marcante, lê um trecho do roteiro (no qual o som não estava previsto) e]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>O ranger das rodas de um carro de boi embalou a tristeza de <em>Vidas secas</em>, o filme de Nelson Pereira dos Santos baseado no romance de Graciliano Ramos. José Carlos Avellar mostra o som marcante, lê um trecho do roteiro (no qual o som não estava previsto) e lembra que Humberto Mauro usara o mesmo recurso anos antes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição</strong>: Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<title>5 filmes de Ken Loach</title>
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	<pubDate>Fri, 31 May 2013 04:00:09 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>José Carlos Avellar (em programa de 2013) analisa a obra de Ken Loach, um dos principais cineastas britânicos da atualidade e que terá cinco filmes recentes exibidos no IMS-RJ entre os dias 7 e 13 de junho. O então crítico e coordenador de cinema do IMS explica que Loach parte sempre de uma pequena anedota, uma história banal, para tocar em pontos sensíveis da vida social, do nosso cotidiano. Em <em>A parte dos anjos</em> (2012), por exemplo, é o desemprego o tema central. Jovens roubam uísques raros e oferecem a um colecionador em troca de trabalhos regulares. Nos seus filmes, o diretor leva o espectador, segundo Avellar, ao &#8220;encontro de algo conhecido, mas nos mostrando uma situação até então nunca vista&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<title>Música da luz</title>
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	<pubDate>Fri, 03 May 2013 04:00:04 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>José Carlos Avellar estreia seu programa falando da relação entre música e cinema no Brasil, uma história que vem dos filmes mudos, passa por Humberto Mauro e chega até a produções recentes, como as que estão entrando em circuito em maio: <em>Paulo Moura &#8211; Alma brasileira</em>, <em>Partideiros</em> e <em>O que se move</em>, do qual podemos ouvir uma canção interpretada por Fernanda Vianna (foto).</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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