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	<title>Wanderléa: a primeira empoderada</title>
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	<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 17:15:11 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Para Joaquim Ferreira dos Santos, a &#8220;garota papo firme&#8221; Wanderléa, principal figura feminina da Jovem Guarda (e tema de biografia recém-lançada), não deve ser mais tachada de alienada, e sim reconhecida como alguém à frente do seu tempo. Com sua minissaia, seu jeito de cantar e de aparecer na TV, ela teve papel importante na festa libertária que tomou conta dos costumes na década de 1960. Sua política foi a de avançar as possibilidades das mulheres, hoje felizmente empoderadas.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>Torquato Neto, o anjo 45</title>
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	<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 18:23:58 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Torquato Neto morreu há 45 anos, em 10 de novembro de 1972, na madrugada seguinte à comemoração de seu 28º aniversário. Deixou poucas músicas gravadas, mas são canções fundamentais, como <em>Geleia geral</em> e <em>Mamãe Coragem</em>, peças-chave do tropicalismo, movimento do qual foi um dos cérebros. Joaquim Ferreira dos Santos recorda o letrista, de quem a inteligência brasileira sente falta.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<title>Novas pastoras para Ataulfo</title>
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	<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 19:21:03 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos defende que Ataulfo Alves (1909-1969) não tem o reconhecimento que merece. Talvez por ter sido um artista que não viveu no limiar da marginalidade, não teve vida trágica nem enfrentou a decadência, o compositor mineiro seja menos cultuado pelos amantes do samba. É como pensa o cronista, que exalta aqui o autor de <em>Ai, que saudades da Amélia</em>, <em>Pois é</em>, <em>Na cadência do samba</em> e tantas outras músicas.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>Salve o compositor popular</title>
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	<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 19:07:17 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>O compositor popular tem seu dia oficial: 7 de outubro. Joaquim Ferreira dos Santos aproveita para saudar a turma responsável pelas letras que, segundo diz, &#8220;são o pau, a pedra, o início do caminho para quem gosta de palavras se mexendo&#8221;. A crônica costura versos inesquecíveis da música popular e põe para tocar <em>Festa imodesta</em>, o samba que Caetano Veloso fez para Chico Buarque cantar, tabelinha de dois craques do ofício.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>Ninguém canta mais a primavera</title>
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	<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 19:04:07 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>A primavera está chegando (em 22 de setembro), mas não há qualquer canção que anuncie. Saiu de moda exaltar a estação, como acontecia no passado em discos e também na imprensa. Joaquim Ferreira dos Santos lamenta, mas reconhece que é difícil falar de flores em tempos como os atuais. E faz, em crônica, a sua homenagem à primavera.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<title>O bolero, sem lero-lero, de Alcione</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-bolero-sem-lero-lero-de-alcione/</link>
	<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 19:00:37 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos exalta o novo CD de Alcione, <em>Boleros ao vivo</em>. É o trabalho de uma grande cantora que não evita falar do inevitável: a dor amorosa. E fala soltando os bofes, sem ligar para os padrões de elegância das cantoras que se formaram ouvindo Marisa Monte.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<itunes:summary><![CDATA[Joaquim Ferreira dos Santos exalta o novo CD de Alcione, Boleros ao vivo. É o trabalho de uma grande cantora que não evita falar do inevitável: a dor amorosa. E fala soltando os bofes, sem ligar para os padrões de elegância das cantoras que se formaram ouvindo Marisa Monte.
Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>O bolero, sem lero-lero, de Alcione</title>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>Os &#8220;malditos&#8221;: Luiz Melodia apresenta Sérgio Sampaio</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 18:36:48 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>No último disco que lançou, <em>Zerima</em> (2014), Luiz Melodia incluiu uma composição de Sérgio Sampaio, <em>Leros, leros e boleros</em>. Não foi uma opção nada casual. O artista carioca gravou outras três músicas do amigo capixaba ao longo da carreira, inclusive uma feita em sua própria homenagem, <em>Doce melodia</em> (cantada em duo com o autor). Eles começaram juntos, fizeram sucesso no início, ganharam fama de &#8220;malditos&#8221;, passaram por fases ruins, mas, como Joaquim Ferreira dos Santos ressalta em sua crônica, Sampaio morreu antes de ver seu talento integralmente reconhecido. Melodia, pelo menos, partiu aos 66 anos exaltado como um dos grandes.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>Lima Barreto desafina o coro da música</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/lima-barreto-desafina-o-coro-da-musica/</link>
	<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 18:36:05 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Lima Barreto, que não gostava do incipiente futebol, também não amava qualquer música popular, destaca Joaquim Ferreira dos Santos. Gostava das modinhas, elogiava Catulo da Paixão Cearense, mas implicava com o piano tocado nos salões da burguesia e não chegou a se aproximar do samba. Não teve tempo para rever suas ideias: morreu com apenas 41 anos, em 1922. O grande escritor é o homenageado deste ano da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty).</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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	<title>O tropicalismo de Antonio Carlos e Jocafi</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-tropicalismo-de-antonio-carlos-e-jocafi/</link>
	<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 18:32:41 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos aproveita os 50 anos do tropicalismo para pedir a inclusão de um título entre os discos mais interessantes do movimento: <em>Mudei de ideia</em>, gravado por Antonio Carlos e Jocafi em 1971. A dupla baiana não era intelectualizada, não queria revolucionar costumes, mas fez um trabalho tropicalista na diversidade sonora. Só o preconceito, diz o cronista, justifica o silêncio sobre <em>Mudei de ideia</em>.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>O sargento Pimenta e o general Cesar Villela</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-sargento-pimenta-e-o-general-cesar-villela/</link>
	<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 18:30:07 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p><em>Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band</em> está completando 50 anos. Antes de o disco dos Beatles sacudir o que se fazia em relação aos álbuns de música, letras já apareciam em contracapas de lançamentos nacionais. E um artista gráfico, Cesar G. Villela, promovia um salto de qualidade nos álbuns nacionais: na virada dos anos 1950 para os 1960, na gravadora Odeon; pouco depois, na Elenco.</p>
<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p><strong>Apresentação:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>A Diamantina de Chichico Alkmim e Milton Nascimento</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/a-diamantina-de-chichico-alkmim-e-milton-nascimento/</link>
	<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 18:23:23 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os retratos feitos por Chichico Alkmin em Diamantina, na primeira metade do século XX, e expostos no IMS-RJ conciliam simplicidade e elegância, sem haver hierarquia entre negros e brancos. É o que afirma Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica, enxergando nas imagens uma esperança que ainda havia no futuro do Brasil. Já na canção <em>Beco do Mota</em>, Milton Nascimento e Fernando Brant se valem da mesma cidade mineira para retratar o brasil sombrio do regime militar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>A Diamantina de Chichico Alkmim e Milton Nascimento</title>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>A história de uma voz romântica</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/a-historia-de-uma-voz-romantica/</link>
	<pubDate>Wed, 17 May 2017 18:21:16 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>A vida muito dura do cantor romântico Evaldo Braga &#8211; que teria sido abandonado numa lixeira pela mãe, a quem passou a vida procurando &#8211; é contada na biografia <em>Eu não sou lixo</em>, do jornalista Gonçalo Junior. O título do livro é o mesmo de uma canção sua. Acabou virando uma espécie de grito de protesto contra as tentativas de marginalizar a dita música brega. Como diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica, &#8220;a música brasileira é chique. Bregas são os rótulos do preconceito&#8221;.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p>A vida muito dura do cantor romântico Evaldo Braga &#8211; que teria sido abandonado numa lixeira pela mãe, a quem passou a vida procurando &#8211; é contada na biografia <em>Eu não sou lixo</em>, do jornalista Gonçalo Junior. O título do livro é o mesmo de uma canção sua. Acabou virando uma espécie de grito de protesto contra as tentativas de marginalizar a dita música brega. Como diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica, &#8220;a música brasileira é chique. Bregas são os rótulos do preconceito&#8221;.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[A vida muito dura do cantor romântico Evaldo Braga &#8211; que teria sido abandonado numa lixeira pela mãe, a quem passou a vida procurando &#8211; é contada na biografia Eu não sou lixo, do jornalista Gonçalo Junior. O título do livro é o mesmo de uma canção sua. Acabou virando uma espécie de grito de protesto contra as tentativas de marginalizar a dita música brega. Como diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica, &#8220;a música brasileira é chique. Bregas são os rótulos do preconceito&#8221;.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>A história de uma voz romântica</title>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Belchior x Caetano, Ceará x Bahia</title>
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	<pubDate>Fri, 05 May 2017 18:19:42 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Dando sequência à tradição de brigas da música brasileira, cearenses e baianos se enfrentaram nos anos 1970. A geração de Belchior e Fagner queria se firmar como novidade e cutucava os consagrados Caetano Veloso e Gilberto Gil. A polêmica foi recordada em função da morte de autor de <em>Como nossos pais</em> e é tema desta crônica de Joaquim Ferreira dos Santos. As duas turmas nunca ficaram de bem, mas houve momentos de aproximação, como <em>Medo de avião II</em>, parceria de Gil e Belchior.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Dando sequência à tradição de brigas da música brasileira, cearenses e baianos se enfrentaram nos anos 1970. A geração de Belchior e Fagner queria se firmar como novidade e cutucava os consagrados Caetano Veloso e Gilberto Gil. A polêmica foi recordada e]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Dando sequência à tradição de brigas da música brasileira, cearenses e baianos se enfrentaram nos anos 1970. A geração de Belchior e Fagner queria se firmar como novidade e cutucava os consagrados Caetano Veloso e Gilberto Gil. A polêmica foi recordada em função da morte de autor de <em>Como nossos pais</em> e é tema desta crônica de Joaquim Ferreira dos Santos. As duas turmas nunca ficaram de bem, mas houve momentos de aproximação, como <em>Medo de avião II</em>, parceria de Gil e Belchior.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Do Tremendão ao Todo Feio</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Apr 2017 18:17:52 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os apelidos pelos quais os políticos eram identificados na lista da Odebrecht são motivo de vergonha para eles e para o país. Joaquim Ferreira dos Santos recorda que na música popular os codinomes, na maioria dos casos, eram dados e recebidos com carinho. Entre os exemplos citados na crônica estão Tremendão (Erasmo Carlos), Sapoti (Angela Maria), Marrom (Alcione), Enluarada (Elizeth Cardoso) e Babulina (Jorge Ben Jor).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p>Os apelidos pelos quais os políticos eram identificados na lista da Odebrecht são motivo de vergonha para eles e para o país. Joaquim Ferreira dos Santos recorda que na música popular os codinomes, na maioria dos casos, eram dados e recebidos com carinho. Entre os exemplos citados na crônica estão Tremendão (Erasmo Carlos), Sapoti (Angela Maria), Marrom (Alcione), Enluarada (Elizeth Cardoso) e Babulina (Jorge Ben Jor).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Mario Reis: das melindrosas às empoderadas</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/mario-reis-das-melindrosas-as-empoderadas/</link>
	<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 18:13:17 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>A voz de Mario Reis é a mais completa tradução musical do desenho elegante de J. Carlos, o carioca que retratou as melindrosas e outros tipos do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX. Parte de sua obra está exposta no IMS-RJ. O comportamento entre os sexos mudou, as mulheres se empoderaram, mas Mario Reis e J. Carlos não envelhecem, afirma Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p>A voz de Mario Reis é a mais completa tradução musical do desenho elegante de J. Carlos, o carioca que retratou as melindrosas e outros tipos do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX. Parte de sua obra está exposta no IMS-RJ. O comportamento entre os sexos mudou, as mulheres se empoderaram, mas Mario Reis e J. Carlos não envelhecem, afirma Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>A carne é fraca, mas dá música</title>
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	<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 18:09:57 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Em 1959, a carne também assustou a população, mas não por motivos sanitários. A marchinha <em>Boi da cara preta</em>, cantada por Jackson do Pandeiro, insinuava que homem que comesse carne perderia a masculinidade. A canção preconceituosa pegou, prejudicando açougueiros e reforçando a corrente gastronômica da música brasileira, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em 1959, a carne também assustou a população, mas não por motivos sanitários. A marchinha Boi da cara preta, cantada por Jackson do Pandeiro, insinuava que homem que comesse carne perderia a masculinidade. A canção preconceituosa pegou, prejudicando açou]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1959, a carne também assustou a população, mas não por motivos sanitários. A marchinha <em>Boi da cara preta</em>, cantada por Jackson do Pandeiro, insinuava que homem que comesse carne perderia a masculinidade. A canção preconceituosa pegou, prejudicando açougueiros e reforçando a corrente gastronômica da música brasileira, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição:</strong> Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Em 1959, a carne também assustou a população, mas não por motivos sanitários. A marchinha Boi da cara preta, cantada por Jackson do Pandeiro, insinuava que homem que comesse carne perderia a masculinidade. A canção preconceituosa pegou, prejudicando açougueiros e reforçando a corrente gastronômica da música brasileira, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>A carne é fraca, mas dá música</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Precisamos falar de Rubens Bassini</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/precisamos-falar-de-rubens-bassini/</link>
	<pubDate>Fri, 10 Mar 2017 18:08:33 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Pouca gente deve saber hoje quem foi Rubens Bassini. Mas o recém-lançado livro <em>Sambalanço &#8211; a bossa que dança</em>, do jornalista Tárik de Souza, dá a ele o devido destaque. O percussionista carioca foi fundamental para imprimir ritimo às gravações e apresentações dos conjuntos de sambalanço, como o de Ed Lincoln. Joaquim Ferreira dos Santos recorda Bassini, que morreu com apenas 48 anos, nos EUA, onde se tornara um músico de prestígio.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Pouca gente deve saber hoje quem foi Rubens Bassini. Mas o recém-lançado livro Sambalanço &#8211; a bossa que dança, do jornalista Tárik de Souza, dá a ele o devido destaque. O percussionista carioca foi fundamental para imprimir ritimo às gravações e ap]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Pouca gente deve saber hoje quem foi Rubens Bassini. Mas o recém-lançado livro <em>Sambalanço &#8211; a bossa que dança</em>, do jornalista Tárik de Souza, dá a ele o devido destaque. O percussionista carioca foi fundamental para imprimir ritimo às gravações e apresentações dos conjuntos de sambalanço, como o de Ed Lincoln. Joaquim Ferreira dos Santos recorda Bassini, que morreu com apenas 48 anos, nos EUA, onde se tornara um músico de prestígio.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Pouca gente deve saber hoje quem foi Rubens Bassini. Mas o recém-lançado livro Sambalanço &#8211; a bossa que dança, do jornalista Tárik de Souza, dá a ele o devido destaque. O percussionista carioca foi fundamental para imprimir ritimo às gravações e apresentações dos conjuntos de sambalanço, como o de Ed Lincoln. Joaquim Ferreira dos Santos recorda Bassini, que morreu com apenas 48 anos, nos EUA, onde se tornara um músico de prestígio.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Malandragem, dá um tempo: 90 anos de Bezerra da Silva</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/malandragem-da-um-tempo-90-anos-de-bezerra-da-silva/</link>
	<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 18:07:05 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">http://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=12179</guid>
	<description><![CDATA[<p>Ao nascer, o pernambucano Bezerra da Silva não tinha onde cair morto. Viveu até adulto sem certidão. Quando precisou de uma, inventou que nascera num 23 de fevereiro. Sendo assim, teria completado 90 anos agora. Joaquim Ferreira dos Santos diz, em sua nova crônica, que o sambista foi uma espécie de Bob Dylan dos pobres. Firmou-se como cronista de morros que não ficavam pertinho do céu, como se cantava no passado, mas do inferno da violência policial e outras mazelas.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Ao nascer, o pernambucano Bezerra da Silva não tinha onde cair morto. Viveu até adulto sem certidão. Quando precisou de uma, inventou que nascera num 23 de fevereiro. Sendo assim, teria completado 90 anos agora. Joaquim Ferreira dos Santos diz, em sua no]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Ao nascer, o pernambucano Bezerra da Silva não tinha onde cair morto. Viveu até adulto sem certidão. Quando precisou de uma, inventou que nascera num 23 de fevereiro. Sendo assim, teria completado 90 anos agora. Joaquim Ferreira dos Santos diz, em sua nova crônica, que o sambista foi uma espécie de Bob Dylan dos pobres. Firmou-se como cronista de morros que não ficavam pertinho do céu, como se cantava no passado, mas do inferno da violência policial e outras mazelas.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Malandragem, dá um tempo: 90 anos de Bezerra da Silva</title>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>No tempo de Blecaute, Cinco Crioulos e Bola Sete</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/no-tempo-de-blecaute-cinco-crioulos-e-bola-sete/</link>
	<pubDate>Fri, 10 Feb 2017 17:04:43 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Nomes e expressões que não eram percebidos como racistas décadas atrás hoje, à luz das mudanças na sociedade, são mal vistos. Nestes tempos de revisão, Joaquim Ferreira dos Santos especula em sua nova crônica o que acontece com artistas que adotaram alcunhas como Blecaute (foto), Gasolina e Bola Sete, além do conjunto Cinco Crioulos e da dupla Preto e Branco.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Nomes e expressões que não eram percebidos como racistas décadas atrás hoje, à luz das mudanças na sociedade, são mal vistos. Nestes tempos de revisão, Joaquim Ferreira dos Santos especula em sua nova crônica o que acontece com artistas que adotaram alcu]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Nomes e expressões que não eram percebidos como racistas décadas atrás hoje, à luz das mudanças na sociedade, são mal vistos. Nestes tempos de revisão, Joaquim Ferreira dos Santos especula em sua nova crônica o que acontece com artistas que adotaram alcunhas como Blecaute (foto), Gasolina e Bola Sete, além do conjunto Cinco Crioulos e da dupla Preto e Branco.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Fagner mandou me avisar: &#8220;vou te encher de porrada&#8221;</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/fagner-mandou-me-avisar-vou-te-encher-de-porrada/</link>
	<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 16:57:32 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Eram outros os tempos em que um artista ameaçava bater num crítico, como fez Fagner com Joaquim Ferreira dos Santos por causa de uma crítica negativa. Hoje, segundo o cronista, &#8220;o elogio babão corre solto&#8221; na imprensa. Todos querem ser amigos dos artistas e ninguém solta o verbo diante de fatos como o endeusamento de MC Beijinho por Caetano Veloso.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Eram outros os tempos em que um artista ameaçava bater num crítico, como fez Fagner com Joaquim Ferreira dos Santos por causa de uma crítica negativa. Hoje, segundo o cronista, &#8220;o elogio babão corre solto&#8221; na imprensa. Todos querem ser amigos]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Eram outros os tempos em que um artista ameaçava bater num crítico, como fez Fagner com Joaquim Ferreira dos Santos por causa de uma crítica negativa. Hoje, segundo o cronista, &#8220;o elogio babão corre solto&#8221; na imprensa. Todos querem ser amigos dos artistas e ninguém solta o verbo diante de fatos como o endeusamento de MC Beijinho por Caetano Veloso.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O samba de enredo é uma festa</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-samba-de-enredo-e-uma-festa/</link>
	<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 16:44:20 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Os sambas de enredo de 2017 não entrarão nas listas dos melhores de todos os tempos. Para Joaquim Ferreira dos Santos, azar dos tempos. O CD que sai todo verão se tornou uma trilha de festa. Tem até guitarra no irresistível samba da Unidos da Tijuca. A ordem é brincar. E mudar sempre, como pede a boa índole do carnaval.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Os sambas de enredo de 2017 não entrarão nas listas dos melhores de todos os tempos. Para Joaquim Ferreira dos Santos, azar dos tempos. O CD que sai todo verão se tornou uma trilha de festa. Tem até guitarra no irresistível samba da Unidos da Tijuca. A o]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Os sambas de enredo de 2017 não entrarão nas listas dos melhores de todos os tempos. Para Joaquim Ferreira dos Santos, azar dos tempos. O CD que sai todo verão se tornou uma trilha de festa. Tem até guitarra no irresistível samba da Unidos da Tijuca. A ordem é brincar. E mudar sempre, como pede a boa índole do carnaval.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O rock de Nora Ney</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-rock-de-nora-ney/</link>
	<pubDate>Fri, 30 Dec 2016 16:36:09 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Na última crônica de 2016, Joaquim Ferreira dos Santos recorda e comenta o que muitos não sabem: a voz que lançou o rock no Brasil foi de Nora Ney, a intérprete de <em>Ninguém me ama</em> e outros clássicos da fossa. Por saber inglês, ela recebeu a missão de gravar <em>Rock around the clock</em> em 1955. Seis anos depois, interpretou um mea culpa musical e foi ser romântica e politizada (simpatizante do Partido Comunista) para sempre.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Na última crônica de 2016, Joaquim Ferreira dos Santos recorda e comenta o que muitos não sabem: a voz que lançou o rock no Brasil foi de Nora Ney, a intérprete de Ninguém me ama e outros clássicos da fossa. Por saber inglês, ela recebeu a missão de grav]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Na última crônica de 2016, Joaquim Ferreira dos Santos recorda e comenta o que muitos não sabem: a voz que lançou o rock no Brasil foi de Nora Ney, a intérprete de <em>Ninguém me ama</em> e outros clássicos da fossa. Por saber inglês, ela recebeu a missão de gravar <em>Rock around the clock</em> em 1955. Seis anos depois, interpretou um mea culpa musical e foi ser romântica e politizada (simpatizante do Partido Comunista) para sempre.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O centenário do poder transformador</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-centenario-do-poder-transformador/</link>
	<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 16:33:23 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>&#8220;Eu sou o samba&#8221;, diz o narrador desta crônica em que Joaquim Ferreira dos Santos homenageia o centenário do gênero. Ele faz um passeio lírico e onírico pelo século musical, da casa da Tia Ciata até os malandros do século XXI, que passam gingando de tatuagem no pescoço e celular no bolso.</p>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
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<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu sou o samba&#8221;, diz o narrador desta crônica em que Joaquim Ferreira dos Santos homenageia o centenário do gênero. Ele faz um passeio lírico e onírico pelo século musical, da casa da Tia Ciata até os malandros do século XXI, que passam gingando de tatuagem no pescoço e celular no bolso.</p>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
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<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>O centenário do poder transformador</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Elis, a melhor cantora desta semana</title>
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	<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 16:30:19 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>No filme <em>Elis</em>, há uma cena em que ela ironiza Nara Leão e diz que cantora tem de botar a voz para fora. Em sua nova crônica, Joaquim Ferreira dos Santos mostra que às vezes concorda com essa ideia, às vezes não. Seu estilo preferido de cantora muda de acordo com a época, indo de Aracy de Almeida a Dalva de Oliveira, de Marisa Monte a Maria Alcina. No momento, após ver o filme, ele não tem dúvida de que Elis Regina é a maior cantora do Brasil.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[No filme Elis, há uma cena em que ela ironiza Nara Leão e diz que cantora tem de botar a voz para fora. Em sua nova crônica, Joaquim Ferreira dos Santos mostra que às vezes concorda com essa ideia, às vezes não. Seu estilo preferido de cantora muda de ac]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>No filme <em>Elis</em>, há uma cena em que ela ironiza Nara Leão e diz que cantora tem de botar a voz para fora. Em sua nova crônica, Joaquim Ferreira dos Santos mostra que às vezes concorda com essa ideia, às vezes não. Seu estilo preferido de cantora muda de acordo com a época, indo de Aracy de Almeida a Dalva de Oliveira, de Marisa Monte a Maria Alcina. No momento, após ver o filme, ele não tem dúvida de que Elis Regina é a maior cantora do Brasil.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Elis, a melhor cantora desta semana</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Rita Lee e as ovelhas negras</title>
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	<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 16:18:24 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Em <em>Rita Lee, uma autobiografia</em>, a cantora diz várias verdades, inclusive a respeito de seus desentendimentos com os colegas de Mutantes, mas não dá detalhes sobre como formou seu estilo, seu canto de baixa tensão. Segundo Joaquim Ferreira dos Santos, ela levou a elegância da bossa nova para o pop e abriu portas até hoje, felizmente, não fechadas, como provam Adriana Calcanhotto e Fernanda Takai.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em Rita Lee, uma autobiografia, a cantora diz várias verdades, inclusive a respeito de seus desentendimentos com os colegas de Mutantes, mas não dá detalhes sobre como formou seu estilo, seu canto de baixa tensão. Segundo Joaquim Ferreira dos Santos, ela]]></itunes:subtitle>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Rita Lee e as ovelhas negras</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O sangue bom e novo de Fernanda Abreu</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-sangue-bom-e-novo-de-fernanda-abreu/</link>
	<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 16:17:31 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>O funk carioca só pensa naquilo. E aquilo, por mais gostoso que seja, precisa de novos temperos. Ficou um som apenas cansativo, diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Poderia ter sido uma saída para o carnaval carioca, uma festa que ressurgiu com multidões nas ruas, mas que anda sem música própria. O novo disco de Fernanda Abreu, a garota carioca de 50 anos, ainda de suingue e sangue bom, traz esperança. O funk sai da mesmice da sua obsessão sexual.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[O funk carioca só pensa naquilo. E aquilo, por mais gostoso que seja, precisa de novos temperos. Ficou um som apenas cansativo, diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Poderia ter sido uma saída para o carnaval carioca, uma festa que ressurg]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>O funk carioca só pensa naquilo. E aquilo, por mais gostoso que seja, precisa de novos temperos. Ficou um som apenas cansativo, diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Poderia ter sido uma saída para o carnaval carioca, uma festa que ressurgiu com multidões nas ruas, mas que anda sem música própria. O novo disco de Fernanda Abreu, a garota carioca de 50 anos, ainda de suingue e sangue bom, traz esperança. O funk sai da mesmice da sua obsessão sexual.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Waleska, a rainha da fossa</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/waleska-a-rainha-da-fossa/</link>
	<pubDate>Fri, 21 Oct 2016 16:09:55 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Se você nunca ouviu falar dela, parabéns. Deve ser uma pessoa feliz. Waleska, que morreu em 14 de outubro, aos 75 anos, era a cantora dos desafortunados do amor, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Se não fez grande sucesso nos discos e no rádio, sofreu com brilho e elegância nas noites da Zona Sul, especialmente na sua boate em Copacabana, chamada, é claro, de Fossa.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Se você nunca ouviu falar dela, parabéns. Deve ser uma pessoa feliz. Waleska, que morreu em 14 de outubro, aos 75 anos, era a cantora dos desafortunados do amor, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Se não fez grande sucesso nos ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Se você nunca ouviu falar dela, parabéns. Deve ser uma pessoa feliz. Waleska, que morreu em 14 de outubro, aos 75 anos, era a cantora dos desafortunados do amor, como recorda Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Se não fez grande sucesso nos discos e no rádio, sofreu com brilho e elegância nas noites da Zona Sul, especialmente na sua boate em Copacabana, chamada, é claro, de Fossa.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>A radiopatrulha de Silas de Oliveira</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/a-radiopatrulha-de-silas-de-oliveira/</link>
	<pubDate>Fri, 07 Oct 2016 17:08:11 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Silas de Oliveira, de quem se comemora o centenário neste mês de outubro, não foi apenas o maior compositor de sambas-enredo, mas também um ótimo compositor de sambas de meio de ano e de músicas para os foliões de rua. <em>Rádio Patrulha</em>, seu samba para o carnaval de 1956, antecipa o clima do &#8220;Japonês da Federal&#8221;, personagem de sucesso no carnaval de 2016.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Silas de Oliveira, de quem se comemora o centenário neste mês de outubro, não foi apenas o maior compositor de sambas-enredo, mas também um ótimo compositor de sambas de meio de ano e de músicas para os foliões de rua. Rádio Patrulha, seu samba para o ca]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Silas de Oliveira, de quem se comemora o centenário neste mês de outubro, não foi apenas o maior compositor de sambas-enredo, mas também um ótimo compositor de sambas de meio de ano e de músicas para os foliões de rua. <em>Rádio Patrulha</em>, seu samba para o carnaval de 1956, antecipa o clima do &#8220;Japonês da Federal&#8221;, personagem de sucesso no carnaval de 2016.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Falta jingle na eleição</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/falta-jingle-na-eleicao/</link>
	<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 17:06:38 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Com as restrições de financiamento e a crise econômica, não há na eleição municipal de 2016 jingles à altura da tradição do gênero. O ano de ouro da matéria já está distante: 1960, quando Janio Quadros, João Goulart, Adhemar de Barros e o Marechal Henrique Lott foram bem embalados nas campanhas para presidente e vice-presidente. O Lula-lá foi um dos últimos grandes momentos dessa história, lembrada por Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Com as restrições de financiamento e a crise econômica, não há na eleição municipal de 2016 jingles à altura da tradição do gênero. O ano de ouro da matéria já está distante: 1960, quando Janio Quadros, João Goulart, Adhemar de Barros e o Marechal Henriq]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Com as restrições de financiamento e a crise econômica, não há na eleição municipal de 2016 jingles à altura da tradição do gênero. O ano de ouro da matéria já está distante: 1960, quando Janio Quadros, João Goulart, Adhemar de Barros e o Marechal Henrique Lott foram bem embalados nas campanhas para presidente e vice-presidente. O Lula-lá foi um dos últimos grandes momentos dessa história, lembrada por Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Com as restrições de financiamento e a crise econômica, não há na eleição municipal de 2016 jingles à altura da tradição do gênero. O ano de ouro da matéria já está distante: 1960, quando Janio Quadros, João Goulart, Adhemar de Barros e o Marechal Henrique Lott foram bem embalados nas campanhas para presidente e vice-presidente. O Lula-lá foi um dos últimos grandes momentos dessa história, lembrada por Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Falta jingle na eleição</title>
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	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Com as restrições de financiamento e a crise econômica, não há na eleição municipal de 2016 jingles à altura da tradição do gênero. O ano de ouro da matéria já está distante: 1960, quando Janio Quadros, João Goulart, Adhemar de Barros e o Marechal Henrique Lott foram bem embalados nas campanhas para presidente e vice-presidente. O Lula-lá foi um dos últimos grandes momentos dessa história, lembrada por Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Os hinos olímpicos de Gonzaguinha</title>
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	<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 17:01:46 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Gonzaguinha foi um dos artistas mais lembrados pela ótima trilha sonora que acompanhou os jogos olímpicos. &#8220;Cantor rancor&#8221; no início da carreira, quando foi perseguido pela ditadura dos militares, o Gonzaguinha escolhido pelas Olimpíadas e Paraolimpíadas foi o da segunda fase, compositor de hinos pela união e a esperança.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O campeão voltou, mas a música na torcida, não</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-campeao-voltou-mas-a-musica-na-torcida-nao/</link>
	<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 16:57:38 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>As festas de abertura e encerramento das Olimpíadas foram musicalmente arrepiantes. Mas, na arquibancada do futebol, faltou música, diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Nenhum eco das <em>Touradas em Madri</em> da Copa de 1950 ou dos cantos das torcidas de times nos jogos nossos de cada dia.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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	<content:encoded><![CDATA[<p>As festas de abertura e encerramento das Olimpíadas foram musicalmente arrepiantes. Mas, na arquibancada do futebol, faltou música, diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica. Nenhum eco das <em>Touradas em Madri</em> da Copa de 1950 ou dos cantos das torcidas de times nos jogos nossos de cada dia.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O falso brega Anísio Silva</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-falso-brega-anisio-silva/</link>
	<pubDate>Fri, 12 Aug 2016 16:54:59 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Como boa tropicalista, Gal Costa gravou, nos anos 1970, <em>Alguém me disse</em>, sucesso do repertório de Anísio Silva. Mas nem assim o baiano se livrou do estigma de cantor brega. Chamava a mulher amada de &#8220;divinal querer&#8221; porque era do tempo em que o brasileiro gostava de falar bonito, defende Joaquim Ferreira dos Santos. O cronista o classifica como um falso brega. Não levantava a voz, não soluçava, não rasgava a roupa em cena. Parecia narrar, quase falando, o triste fim-de-caso que lhe havia acabado de acontecer.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Como boa tropicalista, Gal Costa gravou, nos anos 1970, Alguém me disse, sucesso do repertório de Anísio Silva. Mas nem assim o baiano se livrou do estigma de cantor brega. Chamava a mulher amada de &#8220;divinal querer&#8221; porque era do tempo em que]]></itunes:subtitle>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>O falso brega Anísio Silva</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Olimpicamente sassaricando</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/olimpicamente-sassaricando/</link>
	<pubDate>Fri, 29 Jul 2016 16:52:43 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos diz temer que na festa de abertura das Olimpíadas, em 5 de agosto, o Brasil desperdice um bilhão de espectadores mostrando DJs, MCs, pagodeiros e Anittas empoderadas. É hora, prega o cronista, de finalmente todos conhecerem a nossa batucada, os clarins da banda militar, a paradinha da Mocidade, o piano na Mangueira e diversos outros sons das profundezas nacionais.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Os urubus e Tom Jobim</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/os-urubus-e-tom-jobim/</link>
	<pubDate>Fri, 15 Jul 2016 16:50:18 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Em 1976, quando Tom Jobim lançou um de seus melhores discos, <em>Urubu</em>, Joaquim Ferreira dos Santos foi escalado para entrevistá-lo. A ideia era passar a limpo sua carreira, fazê-lo recordar datas, fatos, histórias. Mas entrevistar Tom era dureza, recorda o repórter e cronista. A mente do maestro flanava por planetas de interesses que nós, pessoas comuns, não alcançávamos. &#8220;Olha quem está vindo lá&#8221;, apontava Tom, interrompendo uma resposta sobre Vinicius de Moraes. Era um urubu. A todo momento um urubu pousava na conversa.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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	<title>O encontro de Roberto Carlos com Ana C.</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-encontro-de-roberto-carlos-com-ana-c/</link>
	<pubDate>Thu, 30 Jun 2016 15:30:42 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
	<guid isPermaLink="false">http://radiobatuta.com.br/?post_type=podcast&#038;p=12158</guid>
	<description><![CDATA[<p>Ana Cristina Cesar, a grande homenageada da Flip, gostava de Roberto Carlos, sabia de cor muitas de suas letras e citou o Rei em pelo menos um de seus poemas. Nesta crônica, Joaquim Ferreira dos Santos narra os encontros que teve com ela, os dois trabalhando para uma revista semanal, e que se transformavam em autênticos saraus de exaltação a RC.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Ana Cristina Cesar, a grande homenageada da Flip, gostava de Roberto Carlos, sabia de cor muitas de suas letras e citou o Rei em pelo menos um de seus poemas. Nesta crônica, Joaquim Ferreira dos Santos narra os encontros que teve com ela, os dois trabalh]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Cristina Cesar, a grande homenageada da Flip, gostava de Roberto Carlos, sabia de cor muitas de suas letras e citou o Rei em pelo menos um de seus poemas. Nesta crônica, Joaquim Ferreira dos Santos narra os encontros que teve com ela, os dois trabalhando para uma revista semanal, e que se transformavam em autênticos saraus de exaltação a RC.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Ana Cristina Cesar, a grande homenageada da Flip, gostava de Roberto Carlos, sabia de cor muitas de suas letras e citou o Rei em pelo menos um de seus poemas. Nesta crônica, Joaquim Ferreira dos Santos narra os encontros que teve com ela, os dois trabalhando para uma revista semanal, e que se transformavam em autênticos saraus de exaltação a RC.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>O encontro de Roberto Carlos com Ana C.</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Contra noites frias, use Nelson Gonçalves</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/contra-noites-frias-use-nelson-goncalves/</link>
	<pubDate>Fri, 17 Jun 2016 15:29:16 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>&#8220;Lá fora o frio é um açoite&#8221;, cantava Nelson Gonçalves, e sua voz ecoa em todos os invernos, ainda mais no atual, de temperaturas tão baixas. Nascido num 21 de junho, há 97 anos, Nelson não deixava que nenhuma mulher sentisse frio nas canções que interpretava. Era o machão, este tipo que, felizmente, anda em baixa. Em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos, recordada nesta crônica, o cantor demonstrou o quanto amava as mulheres. E como falava disso sem nenhuma sutileza. Mas sua voz permanece capaz de esquentar corações.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[&#8220;Lá fora o frio é um açoite&#8221;, cantava Nelson Gonçalves, e sua voz ecoa em todos os invernos, ainda mais no atual, de temperaturas tão baixas. Nascido num 21 de junho, há 97 anos, Nelson não deixava que nenhuma mulher sentisse frio nas canções]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Lá fora o frio é um açoite&#8221;, cantava Nelson Gonçalves, e sua voz ecoa em todos os invernos, ainda mais no atual, de temperaturas tão baixas. Nascido num 21 de junho, há 97 anos, Nelson não deixava que nenhuma mulher sentisse frio nas canções que interpretava. Era o machão, este tipo que, felizmente, anda em baixa. Em entrevista a Joaquim Ferreira dos Santos, recordada nesta crônica, o cantor demonstrou o quanto amava as mulheres. E como falava disso sem nenhuma sutileza. Mas sua voz permanece capaz de esquentar corações.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Contra noites frias, use Nelson Gonçalves</title>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O amor irônico de Clarice Falcão</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-amor-ironico-de-clarice-falcao/</link>
	<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 14:41:33 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Naquele sucesso de Dalva de Oliveira, o amor era o ridículo da vida. Agora, ele é o risível. De um jeito moderno e inteligente, a cantora e compositora Clarice Falcão rima amor com humor no CD <em>Problema meu</em>, extraindo graça de relacionamentos fracassados. Em sua nova crônica, Joaquim Ferreira exalta o disco, mas adverte: não deve ser dado de presente no Dia dos Namorados.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Naquele sucesso de Dalva de Oliveira, o amor era o ridículo da vida. Agora, ele é o risível. De um jeito moderno e inteligente, a cantora e compositora Clarice Falcão rima amor com humor no CD Problema meu, extraindo graça de relacionamentos fracassados.]]></itunes:subtitle>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Depois de Cauby</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/depois-de-cauby/</link>
	<pubDate>Mon, 16 May 2016 14:39:35 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Do jeito que Cauby Peixoto nos acostumou, ou seja, um cantor com técnica para se ajustar a todas as canções, os candidatos ao trono de rei da voz são cada vez mais raros. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica, dedicada ao intérprete morto neste 15 de maio, aos 85 anos. Joaquim lembra que Cauby nunca quis ser cool, ao contrário de tantos colegas de profissão. Seu negócio era falar diretamente com os sentimentos dos fãs. Foi assim que ele botou a história sentimental do brasileiro nas cordas de seu gogó imenso.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Do jeito que Cauby Peixoto nos acostumou, ou seja, um cantor com técnica para se ajustar a todas as canções, os candidatos ao trono de rei da voz são cada vez mais raros. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica, dedicada ao intérprete]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Do jeito que Cauby Peixoto nos acostumou, ou seja, um cantor com técnica para se ajustar a todas as canções, os candidatos ao trono de rei da voz são cada vez mais raros. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica, dedicada ao intérprete morto neste 15 de maio, aos 85 anos. Joaquim lembra que Cauby nunca quis ser cool, ao contrário de tantos colegas de profissão. Seu negócio era falar diretamente com os sentimentos dos fãs. Foi assim que ele botou a história sentimental do brasileiro nas cordas de seu gogó imenso.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Depois de Cauby</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Pela preservação do Maluco Beleza</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/pela-preservacao-do-maluco-beleza/</link>
	<pubDate>Fri, 06 May 2016 14:36:01 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Um Raul Seixas completamente embrigado recebeu Joaquim Ferreira dos Santos para uma entrevista. Não durou dois minutos a conversa. O roqueiro tentou se levantar e caiu sobre o repórter. Nesta crônica, Joaquim se lembra do incidente para perguntar: &#8220;O que fazer com nossos malucos para que eles não exagerem na maluquice e se matem, deixando um país sem sua maravilhosa capacidade de iluminar a todos com suas canções?&#8221;.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Um Raul Seixas completamente embrigado recebeu Joaquim Ferreira dos Santos para uma entrevista. Não durou dois minutos a conversa. O roqueiro tentou se levantar e caiu sobre o repórter. Nesta crônica, Joaquim se lembra do incidente para perguntar: &#8220]]></itunes:subtitle>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Paulinho da Viola e o samba da criação</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/paulinho-da-viola-e-o-samba-da-criacao/</link>
	<pubDate>Fri, 22 Apr 2016 14:32:06 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos foi o repórter escalado para ir ao estúdio onde Paulinho da Viola começaria a gravar, em 1982, o disco <em>A toda hora rola uma estória</em>. Ao chegar, descobriu que só havia uma canção pronta. E descobriu, também, que o sambista não estava nada preocupado. Com a sabedoria de quem põe a vida em primeiro lugar, Paulinho usou o prazo como musa inspiradora e, em apenas um mês, compôs um punhado de belas músicas. Na verdade, como Joaquim recorda nesta crônica, as músicas já estavam contidas nas vivências de um artista sem pressa, apenas esperando para vir à tona.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Joaquim Ferreira dos Santos foi o repórter escalado para ir ao estúdio onde Paulinho da Viola começaria a gravar, em 1982, o disco A toda hora rola uma estória. Ao chegar, descobriu que só havia uma canção pronta. E descobriu, também, que o sambista não ]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>Joaquim Ferreira dos Santos foi o repórter escalado para ir ao estúdio onde Paulinho da Viola começaria a gravar, em 1982, o disco <em>A toda hora rola uma estória</em>. Ao chegar, descobriu que só havia uma canção pronta. E descobriu, também, que o sambista não estava nada preocupado. Com a sabedoria de quem põe a vida em primeiro lugar, Paulinho usou o prazo como musa inspiradora e, em apenas um mês, compôs um punhado de belas músicas. Na verdade, como Joaquim recorda nesta crônica, as músicas já estavam contidas nas vivências de um artista sem pressa, apenas esperando para vir à tona.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[Joaquim Ferreira dos Santos foi o repórter escalado para ir ao estúdio onde Paulinho da Viola começaria a gravar, em 1982, o disco A toda hora rola uma estória. Ao chegar, descobriu que só havia uma canção pronta. E descobriu, também, que o sambista não estava nada preocupado. Com a sabedoria de quem põe a vida em primeiro lugar, Paulinho usou o prazo como musa inspiradora e, em apenas um mês, compôs um punhado de belas músicas. Na verdade, como Joaquim recorda nesta crônica, as músicas já estavam contidas nas vivências de um artista sem pressa, apenas esperando para vir à tona.
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Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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		<title>Paulinho da Viola e o samba da criação</title>
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	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[Joaquim Ferreira dos Santos foi o repórter escalado para ir ao estúdio onde Paulinho da Viola começaria a gravar, em 1982, o disco A toda hora rola uma estória. Ao chegar, descobriu que só havia uma canção pronta. E descobriu, também, que o sambista não estava nada preocupado. Com a sabedoria de quem põe a vida em primeiro lugar, Paulinho usou o prazo como musa inspiradora e, em apenas um mês, compôs um punhado de belas músicas. Na verdade, como Joaquim recorda nesta crônica, as músicas já estavam contidas nas vivências de um artista sem pressa, apenas esperando para vir à tona.
As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Não vai ter crônica</title>
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	<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 14:30:19 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>O cronista, especialmente o cronista radiofônico, precisa andar na contramão dos assuntos em evidência, da &#8220;lenga-lenga do resto da programação&#8221;, como diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua nova crônica para a Batuta. Em tempos em que o ódio está servido à mesa dos jantares das famílias brasileiras, ele recorda que já houve tempo em que os cronistas saudavam a chegada das estações, como o outono, que vem soprando seu vento gentil sem que a falta de ar que assola o país nos deixe senti-lo.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Baixe o app na loja de sua preferência (como App Store e Google Play).
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>Ao telefone com João Gilberto</title>
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	<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 14:27:12 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>Quando João Gilberto gravou o disco <em>Brasil</em> com Caetano Veloso, Gilberto Gil e Maria Bethânia, em 1981, Joaquim Ferreira dos Santos foi escalado pela revista em que trabalhava para tentar uma entrevista com o inacessível cantor. Quando já não tinha qualquer esperança, conseguiu. O artista estava tão falante que, no último telefonema, já de madrugada, o repórter preferiu não atendê-lo, entrando para a história como um jornalista que dispensou João Gilberto.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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	<title>O som da zika</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/o-som-da-zika/</link>
	<pubDate>Fri, 26 Feb 2016 14:22:29 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>Em 1965, quando o Rio completou 400 anos, Billy Blanco fez uma crônica musical, <em>Rio do meu amor</em>, descrevendo cenas e comportamentos da ocasião. Pouca coisa do que ele observou ainda sobrevive. Para mais este aniversário do Rio, em 1º de março, ninguém se lembrou de homenagear a cidade com uma música. Ouve-se apenas o som do mosquito.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[Em 1965, quando o Rio completou 400 anos, Billy Blanco fez uma crônica musical, Rio do meu amor, descrevendo cenas e comportamentos da ocasião. Pouca coisa do que ele observou ainda sobrevive. Para mais este aniversário do Rio, em 1º de março, ninguém se]]></itunes:subtitle>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Japonês da Federal &#8211; O novo General da Banda</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/japones-da-federal-o-novo-general-da-banda/</link>
	<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 13:11:28 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>O país vai mal. Tem gato, rato, deputado, tudo na tuba, e não será surpresa para esta crônica se o japonês da Polícia Federal bater à porta. Ele é o novo general da banda, é tema de marchinha e máscara no carnaval de 2016. Tirados do noticiário político de 2015, também renderam marchinha os mauricinhos que sassaricavam bêbados pela noite do Leblon e foram cobrar posições políticas de Chico Buarque. Joaquim Ferreira dos Santos esquenta os tamborins em sua nova crônica na Batuta.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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		<title>Japonês da Federal &#8211; O novo General da Banda</title>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></googleplay:description>
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<item>
	<title>Que mal há, Praça Mauá?</title>
	<link>https://api.radiobatuta.com.br/podcast/que-mal-ha-praca-maua/</link>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 19:25:52 +0000</pubDate>
	<dc:creator><![CDATA[Rádio Batuta]]></dc:creator>
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	<description><![CDATA[<p>A Praça Mauá, que está ganhando um banho de loja e se transformando numa das praças mais bonitas do mundo, precisa ser revista na música brasileira. Ali, no número 7, no prédio do antigo jornal <em>A Noite</em>, funcionava no 21º andar a Rádio Nacional, de onde saía o cancioneiro que milhares de quilômetros adiante formava uma geração de caetanos, miltons e outros futuros craques. A Praça Onze, ao redor da qual surgiu o samba, foi merecidamente cantada em clássicos. Falta música para reverenciar a importância da Praça Mauá, o palco transmissor das melodias que formaram um país. As poucas músicas que se referem a ela, sambas lindos de Billy Blanco e da dupla Moacyr Luz/Aldir Blanc, ainda falam de um cenário de marinheiros e prostitutas. Podia ser, e nisso nenhum mal há &#8211; mas hoje a Mauá é outra, a percepção de sua importância na memória nacional cresceu e, com a inauguração nos próximos dias do Museu do Amanhã, projeto do espanhol Santiago Calatrava, vai ficar ainda mais bonita. O que não falta é assunto para reparar a injustiça e inspirar os novos compositores na praça. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica musical.</p>
<p><strong>Roteiro</strong></p>
<p><em>Rancho da Praça Onze </em>(João Roberto Kelly e Chico Anysio) &#8211; Dalva de Oliveira</p>
<p><em>Praça Onze</em> (Herivelto Martins e Grande Otelo) &#8211; Trio de Ouro</p>
<p>Abertura do <em>Programa Cesar de Alencar</em></p>
<p>Manuel Barcelos anuncia Dalva de Oliveira</p>
<p><em>Praça Mauá</em> (Billy Blanco) &#8211; Isaura Garcia</p>
<p><em>Praça Mauá (Que mal há?)</em> (Moacyr Luz e Aldir Blanc) &#8211; Moacyr Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
	<itunes:subtitle><![CDATA[A Praça Mauá, que está ganhando um banho de loja e se transformando numa das praças mais bonitas do mundo, precisa ser revista na música brasileira. Ali, no número 7, no prédio do antigo jornal A Noite, funcionava no 21º andar a Rádio Nacional, de onde s]]></itunes:subtitle>
	<content:encoded><![CDATA[<p>A Praça Mauá, que está ganhando um banho de loja e se transformando numa das praças mais bonitas do mundo, precisa ser revista na música brasileira. Ali, no número 7, no prédio do antigo jornal <em>A Noite</em>, funcionava no 21º andar a Rádio Nacional, de onde saía o cancioneiro que milhares de quilômetros adiante formava uma geração de caetanos, miltons e outros futuros craques. A Praça Onze, ao redor da qual surgiu o samba, foi merecidamente cantada em clássicos. Falta música para reverenciar a importância da Praça Mauá, o palco transmissor das melodias que formaram um país. As poucas músicas que se referem a ela, sambas lindos de Billy Blanco e da dupla Moacyr Luz/Aldir Blanc, ainda falam de um cenário de marinheiros e prostitutas. Podia ser, e nisso nenhum mal há &#8211; mas hoje a Mauá é outra, a percepção de sua importância na memória nacional cresceu e, com a inauguração nos próximos dias do Museu do Amanhã, projeto do espanhol Santiago Calatrava, vai ficar ainda mais bonita. O que não falta é assunto para reparar a injustiça e inspirar os novos compositores na praça. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica musical.</p>
<p><strong>Roteiro</strong></p>
<p><em>Rancho da Praça Onze </em>(João Roberto Kelly e Chico Anysio) &#8211; Dalva de Oliveira</p>
<p><em>Praça Onze</em> (Herivelto Martins e Grande Otelo) &#8211; Trio de Ouro</p>
<p>Abertura do <em>Programa Cesar de Alencar</em></p>
<p>Manuel Barcelos anuncia Dalva de Oliveira</p>
<p><em>Praça Mauá</em> (Billy Blanco) &#8211; Isaura Garcia</p>
<p><em>Praça Mauá (Que mal há?)</em> (Moacyr Luz e Aldir Blanc) &#8211; Moacyr Luz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></content:encoded>
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	<itunes:summary><![CDATA[A Praça Mauá, que está ganhando um banho de loja e se transformando numa das praças mais bonitas do mundo, precisa ser revista na música brasileira. Ali, no número 7, no prédio do antigo jornal A Noite, funcionava no 21º andar a Rádio Nacional, de onde saía o cancioneiro que milhares de quilômetros adiante formava uma geração de caetanos, miltons e outros futuros craques. A Praça Onze, ao redor da qual surgiu o samba, foi merecidamente cantada em clássicos. Falta música para reverenciar a importância da Praça Mauá, o palco transmissor das melodias que formaram um país. As poucas músicas que se referem a ela, sambas lindos de Billy Blanco e da dupla Moacyr Luz/Aldir Blanc, ainda falam de um cenário de marinheiros e prostitutas. Podia ser, e nisso nenhum mal há &#8211; mas hoje a Mauá é outra, a percepção de sua importância na memória nacional cresceu e, com a inauguração nos próximos dias do Museu do Amanhã, projeto do espanhol Santiago Calatrava, vai ficar ainda mais bonita. O que não falta é assunto para reparar a injustiça e inspirar os novos compositores na praça. É o que diz Joaquim Ferreira dos Santos em sua crônica musical.
Roteiro
Rancho da Praça Onze (João Roberto Kelly e Chico Anysio) &#8211; Dalva de Oliveira
Praça Onze (Herivelto Martins e Grande Otelo) &#8211; Trio de Ouro
Abertura do Programa Cesar de Alencar
Manuel Barcelos anuncia Dalva de Oliveira
Praça Mauá (Billy Blanco) &#8211; Isaura Garcia
Praça Mauá (Que mal há?) (Moacyr Luz e Aldir Blanc) &#8211; Moacyr Luz
&nbsp;
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
Edição e sonorização: Filipe Di Castro]]></itunes:summary>
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	<itunes:author><![CDATA[Rádio Batuta]]></itunes:author>	<googleplay:description><![CDATA[A Praça Mauá, que está ganhando um banho de loja e se transformando numa das praças mais bonitas do mundo, precisa ser revista na música brasileira. Ali, no número 7, no prédio do antigo jornal A Noite, funcionava no 21º andar a Rádio Nacional, de onde saía o cancioneiro que milhares de quilômetros adiante formava uma geração de caetanos, miltons e outros futuros craques. A Praça Onze, ao redor da qual surgiu o samba, foi merecidamente cantada em clássicos. Falta música para reverenciar a importância da Praça Mauá, o palco transmissor das melodias que formaram um país. As poucas músicas que se referem a ela, sambas lindos de Billy Blanco e da dupla Moacyr Luz/Aldir Blanc, ainda falam de um cenário de marinheiros e prostitutas. Podia ser, e nisso nenhum mal há &#8211; mas hoje a Mauá é outra, a percepção de sua importância na memória nacional cresceu e, com a inauguração nos próximos dias do Museu do Amanhã, projeto do espanhol Santiago Calatrava, vai ficar ainda mais bonita. O que não]]></googleplay:description>
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	<title>Essa moça está diferente</title>
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	<pubDate>Fri, 13 Nov 2015 19:23:20 +0000</pubDate>
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	<description><![CDATA[<p>A mulher, que está se manifestando em toda a sociedade por mais direitos e respeito, também sofreu um tratamento preconceituoso na música popular brasileira. Noel Rosa, Ary Barroso, Dorival Caymmi e outros mestres seguiram o padrão social machista de seu tempo e abusaram do preconceito. Mas essa moça está diferente. Chegou a hora de parar de jogar pedra na Geni.</p>
<p>As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.</p>
<p><strong>Texto e locução:</strong> Joaquim Ferreira dos Santos</p>
<p><strong>Edição e sonorização: </strong>Filipe Di Castro</p>]]></description>
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As crônicas de Joaquim Ferreira dos Santos também podem ser ouvidas no canal de podcasts Rádio Batuta. Use seu app favorito para escutar.
Texto e locução: Joaquim Ferreira dos Santos
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